Espermatozóides Coloridos (CAUÊ)

6 de jan. de 2010



CARAMBA GENTE !

Eu criei a Campanha Adote Um Espermatozóide (Cauê, apelido/sigla carinhosa :B) ontem e hoje todos os espermatozóides já foram adotados, isso porque eu divulguei só pra uma amiga – que divulgou pra outras e essas outras pra outras e por aí foi. Se eu soubesse que seria esse sucesso, teria criado ela antes.

Mas enfim, eu ainda não decidi até quando a Campanha estará de pé (não me deram tempo pra decidir u.ú), mas assim que essa acabar eu pretendo aparecer com outra. E assim que eu tiver uma boa ideia, eu crio uma nova Campanha ;)

Vlw a todos que me ajudaram e/ou participaram da Cauê e... er, sei lá. Tenham bons filhos com seus espermatozóides coloridos (?) *-*


CAUÊ: Campanha Adote Um Espermatozóide

5 de jan. de 2010

Ok, decidi iniciar uma campanha. Decidi não, porque eu não a havia planejado, previsto ou sequer decidido iniciá-la (e nem a qualquer outra campanha). Não é a melhor campanha do mundo, mas tá valendo – e isso é o importante.

Bom, vocês estão vendo essas criaturinhas brancas aí em cima do post? Pois então, aqui estava eu, hoje, distraidamente, pesquisando Gadgets interessantes do Blogspot até encontrei esse que eu não tinha entendido muito bem o que era. Adicionei-o como teste, e achei a ideia interessante. Depois dele, não achei mais nenhum Gadget que valesse a pena (aliás, para quem não sabe, Gadget são aplicativos que os blogueiros costumam adicionar aos seus blogs para torná-los mais interessantes).

Mas enfim, o lance da campanha é o seguinte (na verdade, é mais uma troca do que uma campanha, mas enfim...): se você quiser ter um esperma só seu naquele baguyzin ali de cima, entre em contato comigo, escolha a cor e o que-mais-o-seu-nível-de-insanidade-mental-mandar. Me passe algum tipo de conta sua que eu a adicionarei ali do lado (>>>) através de um outro Gadget, e quem vier visitar meu blog, verá seu link ali e, se quiser, poderá adicioná-lo (no caso de Orkut e etc.) e/ou seguí-lo (no caso de Blog, Twitter, etc.).

Em troca, você deverá divulgar o It’s From Myself nessa conta que você me passar. Não precisa ser algo demais, só colar o link em algum lugar que todos possam ver já tá bom :)

Então, o que achas? Topas? Ainda não decidi direito os prazos da campanha e tals, maaas... enfim, qualquer coisa, entre em contato comigo:

*~MSN: vitu_vmp@hotmail.com
*~ Twitter: @Vituvmp
*~ Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=8922388957506220125&rl=t
*~ Formspring: http://www.formspring.me/Vitump


Então é 2010... e o que você faz? Google it!

4 de jan. de 2010

O último/primeiro post que eu escrevi, é claro, tinha aquela introdução porque eu pretendia falar tanto sobre o Natal quanto sobre o Ano-novo no mesmo post. Maaas, o post acabou ficou tão longo que tive que “dividí-lo” em dois. Este, por um acaso, é a segunda parte.

Obviamente, uma pessoa normal postaria sobre o ano-novo dia 30, 31 ou 1, enquanto ainda é tempo E enquanto isso ainda é assunto. Mas eu, obviamente, não sou uma pessoa normal, sou protelador e, ainda por cima, estava sem criatividade para posts. Por isso, este daqui acabou sendo publicado no dia 4 mesmo.


Mas o que falar sobre o ano-novo? Não sei quanto a você, mas para mim o ano-novo não se difere muito do Natal – pelo menos no jeito que as pessoas cujo com as quais comemoro comemoram. Mas, para uma pessoa normal, suponho que as diferenças são coisas como: o Show da Virada na Avenida Paulista passando a noite inteira na Globo, a roupa branca (ou, no meu caso, preta Q), o champanhe, etc etc. Até as ciladas são semelhante às do Natal: os mesmos personagens, mesmas situações, etc etc.

Então, onde está a originalidade do ano-novo mesmo? Ah sim, um novo ano, novas metas que ninguém vai cumprir e blábláblá. E tem o significado as cores de roupas para os desesperados. E as simpatias. E a numerologia. Pois é, acho que essa é a única época do ano em que a maior parte das pessoas realmente estão interessadas nisso. Ou pelo menos se fingem interessadas.


Mas enfim, não é só porque é ano-novo que significa que vou deixar as pessoas serem livres e desculturadas não u.ú

Pois então; você, jovem (ou não-tão-jovem-assim, talvez Q) aí, despreocupado procurando pornô coisas inúteis na internet e que, por um azar, digo, acaso do destino, chegou ao meu blog. Você – sim, você mesmo – sabia que o ano-novo tem toooda uma história e tals? Não, né? Já chegou, ao menos, a pensar nessa possibilidade ou pensava que o ano-novo simplesmente... surgiu?

Pois então, aqui venho eu, explicar-lhes, em pleno dia 4 do mês 1 d’o Ano da Imperatriz no Tarô – ou, Ano de número 3, na numerologia (Google it!) –, a história por trás do ano-novo – ou réveillon para algumas pessoas, termo oriundo do verbo réveiller, que significa “despertar” ;)

Tudo começou há muitos e muitos e muitos e muitos e mais alguns anos atrás, no ano de 46 a.C., quando, um dia, Júlio César – um governador romano que talvez tenha algum parentesco com você – fixou o dia 1º de Janeiro como o dia do Ano-Novo. Não consegui obter muito mais informações a respeito disso, se houve polêmica ou algo do tipo (pra época, né), mas dessa parte nada-interessante da história, até que está bom.

O que eu julgo importante ou, no mínimo, interessante, é que os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, inclusive, tem esse nome por causa de Jano, ou você nunca se perguntou o motivo disso?

Segundo a “lenda” (ou melhor, segundo a Wikipedia :B), Jano era o porteiro celestial e tinha duas cabeças, simbolizando os términos e os começos, o passado e o futuro. Há ainda representações dele com quatro cabeças, em alguns locais. Era (ou é, não sei) o responsável por abrir as portas para o novo ano, e essa porta sempre se abria para dois lados diferentes – não sei quanto a vocês, mas encontrei uma certa simbologia nisso, mas não vou dizer qual, fikdik.

No templo de Jano, as portas ficavam abertas em tempos de guerra e fechadas em tempos de paz. Dizem, tradicionalmente, que essas portas só foram fechadas duas vezes na História – nos reinados de Numa e Augusto (não sei, isso já é outro assunto. Mas, de qualquer forma, Google it!).


Bom, taí. Não foi uma história com muuitos detalhes e nem lá muuito interessante ou muuito das melhores – e esse também não foi muuito dos meus melhores posts. Na verdade, eu assumo, eu também não gostei muito desse ._.
Maas, pelo menos, agora nós já sabemos algumas coisas sobre a História do Ano-novo e podemos jogar isto na cara de alguns ignorantesimbecisqueseacham por aí ;D

Ok, eu sei, isso não é uma boa ideia. Mas, pelo menos, eu prometo posts melhores E tenha um Bom 2010 ;D

Então é Natal... e o que você faz? Se fode, meu amigo

1 de jan. de 2010

A menos que você viva em um mundo mais do que completamente alheio ao meu, deve ter percebido que acabamos de passar por duas das seis datas mais importantes (creio eu) do ano (as outras são, obviamente, a Páscoa, o Halloween, o Arraial e o meu aniversário (27/02, fikdik) q). E essas datas, obviemente dedutíveis, são (mais popularmente conhecidos como) Natal e Ano-Novo.

O que significa tempo de festas, alegria, paz e amor para algumas pessoas, para outras – como eu q –, estas datas costumam ser sinônimo de cilada.


Então comecemos pelo Natal. Amigo secreto/oculto/invisível/qualquerporra, presentes, Papai Noel, filmes natalinos e/ou cristãos na TV, panettone... que tipo de pessoa odiaria o Natal, não é? Simples, qualquer pessoa que ainda tem a cabeça nesse mundo.

Começando pela mais que lendária figura natalina, que já começa estragando nossa infância. Estamos lá, toda família reunida, desde aquela filha da prima da tia do cunhado da meia-irmã da prima do filho da...quela sua tia bem-sucedida, até os caipirrras cujo dos quais você nunca tinha ouvido falar. Dá meia-noite, algum dos convidados da “reunião” desaparece e você nem percebe. De repente, aparece um cara magricela com uma roupa vermelha com um monte de travesseiros enfiados na barriga e barba branca postiça. E você jura que o conhece de algum lugar! Nenhum dos adultos chatolóides se incomoda de um completo estranho invadir a casa do nada a essa hora e dar presente para todas as crianças (“Ué nanai, mai vushê num tinha dito pla nom asheitá plegente de eshtlanho?” – “Pulkê que ELE pode entlá in casha deshe jeito e o meu amigu da ishcola num póide?”)...

Até que um dia, alguns anos depois, seus pais te chamam para ter uma conversa séria. Eles te dizem, cuidadosa e pacientemente, que o Papai Noel não existe. E o que você faz?

-- pausa dramática –


Não sei quanto a vocês, mas quando isso aconteceu comigo, tudo o que eu disse foi:

“EU SHABIA! Eu DISHE que aquela letra nash cartash do Papai Noel e do Coelhinho da Páshcoa era SHUA ou da MÃE! Viu! Voshês mentilam pla mim, mas voshês não me enganalam! Eu conhesho sheu jeito de esclever pai, voshê é muito analfabeto”.

Não me lembro com perfeita exatidão, mas o que eu disse foi mais ou menos nessa linha mesmo.


Mas até aí tudo bem. Que o Papai Noel não existia, todo mundo já tinha ouvido falar de algum coleguinha na escola e começou a ficar com essa pulga atrás da orelha, não é? A partir daí, a gente começa a acreditar no espírito do Natal e tals, que o tal amigo do seu pai só se vestia de Papai Noel para fazer as crianças felizes dando presentes pra elas e tals. Até que um dia a gente cresce mais um pouco, e descobre que esse negócio de Papai Noel foi inventado pela mídia para fazer os trouxas gastarem mais dinheiro no fim do ano e tals. Se não me engano, acho que uma vez cheguei até a perguntar ao meu pai se o Papai do Céu também não existia o.õ

Mas enfim, é nesse dia que descobrimos que não existe Espírito de Natal – apenas Espírito de Porco. E o que fazemos, então? Assistimos a versão do Tio Patinhas sobre a Lenda de Scrooge – o cara rabugento lá dos espíritos dos natais passado, presente e futuro.


Até aí tudo bem, ainda podíamos nos refugiar nos desenhos otimistas sobre o Natal e fingir que no Brasil neva e que o mundo é maravilhoso. O pior é quando você cresce mais um pouquinho, começa a namorar e a trabalhar.

Isso significa, obviamente, participar do Amigo Secreto da empresa e tirar, ou o seu gerente, ou aquela mulher que cujo com a qual você nunca falou na vida nada mais que um “Bom dia, Dona Aretusa” ou um “Tchau/Até, Dona Aretusa”. Pois é, e o que você faz? Se fode, meu amigo.

Mas até aí tudo bem, o pior é que você ainda tem que estar na casa da sua mãe antes das 22h senão você é deserdado por não ter satisfeito o desejo dela de ter reunido toda a família neste dia tão especial. Sóó que, sua mãe te quer ali quando der 00h. Sua sogra quer sua namorada consigo quando der 00h. Você quer sua namorada quando der 00h. Por quê? Porque as merdas das duas famílias não se dão.

Mas o pior é quando as duas famílias até se dão, mas preferem passar o Natal cada uma com a sua própria, ou então quando a sua sogra te adora tanto que quer comemorar o Natal com você também. E isso significa nada de comer demais e nem ficar bêbado antes das 00h30, pois você ainda tem que ir até a casa dela comemorar lá também e, OOBVIAMENTE, ela quer ver você comendo bastante da comida dela até você ficar gordo. Pois é, e o que você faz? Se fode, meu amigo.



Mas tudo isso é fichinha se comparado ao dia seguinte. Por que diabos você bebeu tanto na noite anterior e, não contente em sofrer com o almoço de família de manhã, ainda faz o favor de ficar de ressaca?

Sabe o que você faz nessa situação? Bom, ou toma remédio ou... se fode, meu amigo. Mas acho que não há muita diferença entre duas mesmo, então se jogue de vez e seja feliz! =)