O último/primeiro post que eu escrevi, é claro, tinha aquela introdução porque eu pretendia falar tanto sobre o Natal quanto sobre o Ano-novo no mesmo post. Maaas, o post acabou ficou tão longo que tive que “dividí-lo” em dois. Este, por um acaso, é a segunda parte.
Obviamente, uma pessoa normal postaria sobre o ano-novo dia 30, 31 ou 1, enquanto ainda é tempo E enquanto isso ainda é assunto. Mas eu, obviamente, não sou uma pessoa normal, sou protelador e, ainda por cima, estava sem criatividade para posts. Por isso, este daqui acabou sendo publicado no dia 4 mesmo.
Mas o que falar sobre o ano-novo? Não sei quanto a você, mas para mim o ano-novo não se difere muito do Natal – pelo menos no jeito que as pessoas cujo com as quais comemoro comemoram. Mas, para uma pessoa normal, suponho que as diferenças são coisas como: o Show da Virada na Avenida Paulista passando a noite inteira na Globo, a roupa branca (ou, no meu caso, preta Q), o champanhe, etc etc. Até as ciladas são semelhante às do Natal: os mesmos personagens, mesmas situações, etc etc.
Então, onde está a originalidade do ano-novo mesmo? Ah sim, um novo ano, novas metas que ninguém vai cumprir e blábláblá. E tem o significado as cores de roupas para os desesperados. E as simpatias. E a numerologia. Pois é, acho que essa é a única época do ano em que a maior parte das pessoas realmente estão interessadas nisso. Ou pelo menos se fingem interessadas.
Mas enfim, não é só porque é ano-novo que significa que vou deixar as pessoas serem livres e desculturadas não u.ú
Pois então; você, jovem (ou não-tão-jovem-assim, talvez Q) aí, despreocupado procurando pornô coisas inúteis na internet e que, por um azar, digo, acaso do destino, chegou ao meu blog. Você – sim, você mesmo – sabia que o ano-novo tem toooda uma história e tals? Não, né? Já chegou, ao menos, a pensar nessa possibilidade ou pensava que o ano-novo simplesmente... surgiu?
Pois então, aqui venho eu, explicar-lhes, em pleno dia 4 do mês 1 d’o Ano da Imperatriz no Tarô – ou, Ano de número 3, na numerologia (Google it!) –, a história por trás do ano-novo – ou réveillon para algumas pessoas, termo oriundo do verbo réveiller, que significa “despertar” ;)
Tudo começou há muitos e muitos e muitos e muitos e mais alguns anos atrás, no ano de 46 a.C., quando, um dia, Júlio César – um governador romano que talvez tenha algum parentesco com você – fixou o dia 1º de Janeiro como o dia do Ano-Novo. Não consegui obter muito mais informações a respeito disso, se houve polêmica ou algo do tipo (pra época, né), mas dessa parte nada-interessante da história, até que está bom.
O que eu julgo importante ou, no mínimo, interessante, é que os romanos dedicavam esse dia a Jano, o deus dos portões. O mês de Janeiro, inclusive, tem esse nome por causa de Jano, ou você nunca se perguntou o motivo disso?
Segundo a “lenda” (ou melhor, segundo a Wikipedia :B), Jano era o porteiro celestial e tinha duas cabeças, simbolizando os términos e os começos, o passado e o futuro. Há ainda representações dele com quatro cabeças, em alguns locais. Era (ou é, não sei) o responsável por abrir as portas para o novo ano, e essa porta sempre se abria para dois lados diferentes – não sei quanto a vocês, mas encontrei uma certa simbologia nisso, mas não vou dizer qual, fikdik.
No templo de Jano, as portas ficavam abertas em tempos de guerra e fechadas em tempos de paz. Dizem, tradicionalmente, que essas portas só foram fechadas duas vezes na História – nos reinados de Numa e Augusto (não sei, isso já é outro assunto. Mas, de qualquer forma, Google it!).
Bom, taí. Não foi uma história com muuitos detalhes e nem lá muuito interessante ou muuito das melhores – e esse também não foi muuito dos meus melhores posts. Na verdade, eu assumo, eu também não gostei muito desse ._.
Maas, pelo menos, agora nós já sabemos algumas coisas sobre a História do Ano-novo e podemos jogar isto na cara de alguns ignorantesimbecisqueseacham por aí ;D
Ok, eu sei, isso não é uma boa ideia. Mas, pelo menos, eu prometo posts melhores E tenha um Bom 2010 ;D





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