Pessoas e pessoos de todo o mundo...
... e animais e plantas...
... e vegetais e alimentos...
... e qualquer pessoa que se interesse pelo meu blog...
... ou não...
Venho, por meio desta, dar-lhes um comunicado mais do que muito importante:
Comunico-lhes que, já que agora tenho net, logo após o Ano-Novo restaurarei o blog, o atualizarei e farei algumas mudanças. Eu planejava postar algo apenas nesta época né, maaas como o Natal é o melhor feriado do ano e eu queria postar algo especial nesta época, fiz este postinutil *-*
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Postado por Victor Melo às 16:18 0 comentários
Blog Trancado .
Gente, desculpa³, mas não está dando (no bom sentido).
Eu odeio ter que começar a “dizer” qualquer coisa com esta frase, mas é que não encontrei outro meio de iniciar este post. Pois é, alguns de vocês devem ter notado que faz “algum tempinho” que eu não posto no blog, e outros já devem saber o porquê: estou sem internet. Sim, eu estou sem internet desde o Dia dos Namorados (porra, que presente ótimo! Vou até verificar se não pisei na macumba :D) porque a bosta da “antena” que puxava a rede da internet do meu tio quebrou. E então você me pergunta, “Por que você não compra outra?”, e eis a resposta: “Eu não sei tirar mais de 70 conto do cu” ;x
Já tentamos fazer a internet funcionar por várias outras antenas, mas com nenhuma delas deu certo. Mas vendo pelo lado bom, agora o pc pôde ser transferido para o meu quarto, já que não tem mais que ficar na sala de casa que mais parece uma geladeira por causa do sinal da internet \o/ Mas isso não interessa a ninguém, e eu também não vou contar a história macabra que cerca a quebra da antena, já que, se ninguém acreditou em mim até agora quando eu a contei, ninguém acreditará nela a partir.
Mas agora vou explicar o motivo deste post. Eu fiquei demente quando descobri que ficaria sem internet por tempo indeterminado (é isso mesmo que você leu: por tempo indeterminado), e não por causa da falta de atualizações no Orkut, Twitter (cujo este, eu aposto que a conta meio que expirou, já que não estou mais conseguindo logar nele. Sendo assim, nãomesigamais – pretendo fazer outro quando tiver internet novamente :B) e etc., mas por causa das atualizações no blog. Yeah, eu sei que o “ponto forte” do It’s from myself sempre foi a freqüência com que eu conseguia postar (meio-mundo já me disse isso), o que significava que não era como esses blogs comuns por aí que você entra uma vez e daqui três séculos a última atualização terá sido a mesma de antes...
Ou seja, agora meu blog virou um desses “blogs comuns / blogs qualquer”, mas agora vocês já sabem o motivo. E como eu não sou retartadado de gastar o pouquíssimo dinheiro que eu tenho só em lan houses e e tals, acho que o blog vai ficar meio paradão por algum tempo mesmo. Eu tenho tentado escrever alguns posts em casa, mas toda vez até eu conseguir logar, o post já ficou antigo sem nem mesmo ter chegado aqui. E além disso, eu sei que quanto mais tempo eu ficar sem postar, vocês vão entrar com menos freqüência aqui porque cada vez haverá menos novidades... até o dia do blog ser abandonado pela sua legião de seguidores D: [/dramático/realista]
Por isso é com um grande pesar que lhes anuncio que, por alguns tempos, o blog ficará trancado. Sim, no sentido igual de faculdade mesmo – que você não tem mais grana pra pagar, então “tranca” a faculdade e volta algum dia. E não, isso não significa desistência – por enquanto. Eu sempre soube que um dia meu blog chegaria a seu fim, mas não achei que seria tão rápido. Na verdade, ainda há tanta coisa para falar aqui que é como se eu fosse abandonar o filho que eu nunca pari. Mas vou parar com [c=0]a sinceridade[/c] o drama e explicar logo isso de uma maneira decente.
Este não é o fim do blog – é simplesmente um aviso. Não irei mais divulgá-lo, pois não vai adiantar bosta nenhuma. E, também, não pretendo mais postar aqui enquanto minha internet não voltar – contudo, nada é impossível, e talvez apareça um post aqui uma vez ou outra, mas é melhor não esperar muita coisa. E quando eu/a internet/o blog voltar, arrumarei um jeito de vocês ficarem sabendo, não se preocupem; assim como prometo também que voltarei com o máximo de melhorias, novidades e etc. possíveis ;)
Mas, espero que os posts anteriores compensem o tempo que fiquei/ficarei sem postar, e enquanto isso, sinto-lhes dizer que o It’s From Myself permanecerá trancado...
Postado por Victor Melo às 19:32 0 comentários
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HP6 -- Confissões de um Fã Demente
Não é novidade pra ninguém que eu sou fã (para uns)/viciado (para outros) em Harry Potter. Isso significa que, obviamente, eu acompanhei tudo em relação ao novo filme bem de perto. Não sei se existe alguém neste mundo que ainda não sabe disso, mas o filme estreiou dia 15 de Julho – estou escrevendo este post dia 16, mas como estou sem net, como vocês sabem, só estou podendo “publicá-lo” agora – e é claro que eu fui assistir na estréia. Pode ser que este post agrade ou desagrade alguém, mas lembrem-se que eu também sou doido por HP, e o que está postado aqui é apenas a minha crítica/opinião sobre o filme ;)
O Antes
A primeira vez que li o livro de Harry Potter e o Enigma do Príncipe foi em 2006, o que significa que eu tinha dez anos. Vou me controlar para não dar muitos spoilers neste post, por isso direi apenas que, ao contrário de muita gente, eu não chorei no final do livro o.õ Após ler este livro, Draco Malfoy se tornou um de meus personagens favoritos – ao lado de Luna Lovegood, Bellatriz Lestrange, Tom Riddle e etc. Mesmo hoje geral diz que O Enigma do Príncipe é o livro mais sombrio da série, e eu concordo. E eu assumo que este também virou o meu livro favorito da série e um dos favoritos em geral, e nem eu sei direito o porquê.
Mas o que importa é que desde então eu espero ansiosamente pelo filme de O Enigma do Príncipe, apesar de naquela época não ter saído sequer A Ordem da Fênix – e eu confesso que li O Enigma do Príncipe antes d’A Ordem da Fênix, porque eu não achei este na biblioteca da escola na época então peguei o outro o.õ Os meses foram passando e finalmente saiu A Ordem da Fênix. Ok, agora era só esperar mais um pouquinho e finalmente sairia o filme do HPEP...
Não sei por quê, mas o choque em mim nem foi tão grande. De certa forma, era como se o HP6 nem estivesse tão próximo assim. Até hoje as causas do adiamento são desconhecidas – embora aqueles que não são TÃO fãs assim digam que foi por causa do filme do Batman (que saiu um mês antes), de Crepúsculo (que saiu um mês depois)... Mas o que importa é que desde então a Warner Brothers caprichou. As Relíquias da Morte começara a ser gravado e o filme ainda não saíra. Contudo, todo dia eram lançadas novas fotos do filme do HP6, algumas dos bastidores, outras do filme em edição final. Choviam pôsteres e as revistas começavam a fazer calendários temáticos já. Thraileres também surgiram aos montes (e eu vi a maioria deles): umas meia dúzia em inglês, alguns em português, exclusivos em Japonês e em Francês... e ainda os Sneak Peaks (?) que tornavam tudo mais esperado.
Não sei se vocês repararam, mas quando saiu Harry Potter e o Cálice de Fogo e Harry Potter e a Ordem da Fênix, ninguém divulgou tanto assim sobre os filmes. Não me lembro direito de como foi com Harry Potter e a Pedra Filosofal e com Harry Potter e a Câmara Secreta, mas eu lembro que, pelo menos em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, o mundo parou – como era de se esperar – e em todo lugar só se falava do novo filme. Eu tinha oito anos se não me engano, e eu estava realmente doido naquela época. Imagine agora, então, quando o fanatismo cresceu e evoluiu tanto, e eu descobri tantas novas maneiras de ficar sabendo sobre Harry Potter, e a série cresceu e chegou ao seu ápice e desfecho?
Mas, voltando ao assunto, todo mundo hoje em dia sabe que O Enigma do Príncipe é o segundo principal – ou talvez O principal – episódio da série, pois além de ser o penúltimo, nele são revelados muitos segredos (e quando eu digo muitos, são muitos mesmo, eu lembro que fiquei incrivelmente :O quando terminei de ler pela primeira vez) e abre as portas para o desfecho da série, sem falar que reata as correntes quebradas que haviam com os livros primórdios. Se você não entendeu essa parte, vou tentar explicar depois (ou em outro post depois de todo mundo já ter assistido o filme, pois então poderei falar o português claro :B).
E então, neste ápice de loucura e demência, chegou O Grande Dia.
O DepoisAté hoje eu ainda não tinha assistido nenhum filme do Harry Potter no cinema, muito menos uma estréia, e eu havia prometido a mim mesmo que a primeira estréia a que eu iria seria a de algum HP. Em pouco tempo, a série irá acabar, e eu não sei o futuro, então não tenho como saber se teria a chance de assistir a estréia de algum dos Harry Potter e as Relíquias da Morte (não sei se eu já disse isso, mas o último livro vai ser adaptado para dois filmes, cujo um estreiará dia 17 de Novembro de 2011, e o outro no meio do ano de 2012 (que dizem ser o ano do fim do mundo, e mesmo que não seja, para mim e muitas outras pessoas será mesmo, se é que você me entende...)).
Eu estava morrendo de vontade de ir no banheiro quando o filme finalmente começou, no cinema, com aquela musiquinha maisdoqueemocionante da PlayArte, mas eu aguentei firme nessas 2 horas e meia! \o Eu praticamente não pisquei, e eu realmente estava reparando em cada detalhe – até no fato de o All Star do Harry ser igual o meu e ele ter uma fitinha no pulso vermelha igual a minha – do filme. É claro que, quando se deve assistir um filme que já tem o livro, não se deve esperar que o filme seja exatamente como no livro. O importante mesmo é que a história do filme faça sentido o suficiente a ponto de alguém entender o livro sem precisar lê-lo. Em outras palavras, o diretor pode fazer o que quiser no roteiro, contanto que esteja passando a sua mensagem (não me entendam mal, por favor, leiam essa parte trezentas vezes e reflitam antes de me xingar, porque eu não sei explicar mesmo o.õ). Na verdade, ninguém diz que está fazendo um filme de tal livro, mas sim um filme baseado em tal livro (pode procurar no rodapé do seu dvd ;x), o que significa que eles estão pegando a base da história, e não o kit completo dela.
Resumindo, o que eu acho mais importante nessas situações é que o diretor pegue o cenário, os personagens, o clima e tals do filme de uma maneira bem parecida com os dos livros. Porque, reflitam comigo: se tudo isto bater com o do livro, você vai sentir que parte da sua imaginação está sendo realizada. Não sei explicar essas coisas com palavras, mas pensem: imagine se Harry Potter fosse feito num lixo de cenário, com uma produção pequena, atores ruins que nunca leram os livros, e/ou o transforme num filme infantil (embora um bando de fdps por aí realmente ache que HP é infantil, mas não vou discutir isso agora). É, não seria legal, não é? Mas então, agora vou falar melhor sobre o filme.
De certa forma as bases de Harry Potter e o Enigma do Príncipe são:- O caos no mundo bruxo, devido à volta de Lord Voldemort;
- A missão dada a Draco;
- O passado de Lord Voldemort;
- O livro do Príncipe Mestiço;
- As confusões de sempre entre os alunos;
- Os detalhes que mais tarde se tornariam cruciais para o final do HP7;
Eu acho que David Yates pegou bem a base de O Enigma do Príncipe, sério. Corrijam-me nos comentários se há algo de errado na lista que eu concerto, ok? ;) Mas agora vou explicar como cheguei à minha conclusão.
O primeiro item foi pego maisdoquebem, já que logo na primeira cena há um ataque dos Comensais da Morte à ponte de Brockdale. Apesar de terem cortado o primeiro capítulo do livro, cujo no qual o novo Ministro da Magia (que também foi cortado) foi visitar o Primeiro-Ministro trouxa, havia dois detalhes neste mesmo capítulo: o Primeiro-Ministro não parava de reclamar que o mundo estava um caos, e que um furacão imprevisto acabara de pegar a cidade de jeito, e que uma ponte ruíra do nada, embora ambos os casos tenham sido obras dos Comensais da Morte. Durante o livro eles ainda citam duas mortes misteriosas (a da juíza do julgamento de Harry n’A Ordem da Fênix e uma outra mulher que me esqueci quem é o.õ) que eu acho que seria interessantes eles apenas citarem no filme, mas eu os desculpo. Afinal, a cena da ponte foi muito boa (embora eu ache que merecia uma trilha sonora mais interessante nessa parte), e apesar de todos os cortes, eles compensaram no ataque à Toca (uma cena nova), que foi tocante. Na verdade, eu achei essa cena mais triste do que a cena mais esperada do final do filme. Eu só me pergunto o que farão n’As Relíquias da Morte já que havia um ataque previsto para a Toca em uma das cenas mais importantes do início do livro, mas já que ela não existe mais... e o que acontece com os Weasley a partir de então, também?
A ida ao Beco Diagonal deu uma reforçada na ideia do que está acontecendo ao mundo bruxo. Na verdade, me deu uma aflição na cena de Harry, Rony e Hermione andando no Beco, completamente vazio e sombrio... afinal, não é muito legal ver isso quando estamos nos lembrando das idas ao beco no HP1 e no HP2. Sem falar de que durante o filme inteiro havia uma sensação de tensão incrível (que era exatamente como deveria ser): o tempo sombrio, a escola quase vazia, e o “silêncio” das trilhas sonoras, cujo mais uma vez não sei explicar...
Agora no terceiro item, eu acho que pisaram um pouco na bola. No livro há um bando de lembranças: a de quando Mérope, a mãe de Voldemort, se apaixona pelo pai deste; a de quando Tom Riddle foi pedir um emprego em Hogwarts; a do proprietário da loja Borgin e Burkes; a da taça de Hepzibá Smith, etc. Todas essas memórias não foram para o filme. Na verdade, de todas elas só foram duas que eu não citei: a de quando Dumbledore foi buscar Tom Riddle no orfanato para levá-lo a Hogwarts (uma cena meio Hagrid & Harry em HP1), e a falsa e a verdadeira lembrança de quando o mesmo garoto, alguns anos depois, pergunta ao Profº Slughorn o que é Horcrux (aliás, a pronúncia verdadeira é ‘Órcrux’, para quem não sabe; eu lia ‘Orcrúche/Orcrúx’, mas aposto que não fui o único que errei :B). E além disso, as únicas Horcruxes citadas foram o diário, o anel (cujo eu acho que deveriam ter chamado mais atenção para (Obs.: eu não encontrei nenhum risco na pedra do anel, citada pelo avô de Voldemort, que simboliza a família Peverell)) e o medalhão. Contudo, algo me diz que o diretor vai aproveitar o espaço dos filmes d’As Relíquias da Morte para explicar melhor sobre cada uma das Horcruxes – ou pelo menos assim espero –, embora eu ache que ele poderia ter trabalhado melhor nas explicações de Dumbledore a respeito delas.
Para o quarto item fora chamada a atenção necessária, ou melhor, de uma maneira semelhante a de como acontece no livro, embora no filme tenha parecido mais com comédia do que com o drama feito no livro do HP6. No livro, Rony está empolgado com o Príncipe Mestiço, Hermione com uma pontada de inveja e preocupação, e até mesmo a Gina se preocupa com o livro de Estudos avançados no preparo de poções. Houve uma cena que eu achei interessante da última no livro, cujo ela alerta Harry para ele tomar cuidado para não ser possuído por um livro, como ela, e no filme houve uma cena em que essa parte poderia ter sido muito bem encaixada – ou seja, a cena em que a Gina rouba o livro da mão do Harry –, contudo, não foi dessa vez. Mas, apesar de eu achar que esse ponto da história merecia um pouquinho mais de drama e eu não ter gostado da maneira como o Príncipe Mestiço se revelou no fim, é como eu disse: pelo menos chamaram a atenção suficiente para o Príncipe.
E por fim o último item. Como eu já disse, n’O Enigma do Príncipe há muitos detalhes que abrem as portas para As Relíquias da Morte. Na verdade isso não acontece apenas neste livro, mas como a última parte da série ainda não havia sido lançada quando todos os outros filmes foram lançados, muitos filmes cortaram detalhes importantes, e eu acho que o HP6 fora meio pressionado por causa disso. Resumindo, sobrou para David Yates, pois além de ele ter tido que arrumar espaço no filme para TANTO material, ainda vai ter que concertar a merda feita anteriormente nos próximos filmes. Sendo assim, eu não vou culpá-lo por faltar alguma coisa – nem tudo foi culpa dele – e, na verdade, eu diria até que Harry Potter e o Enigma do Príncipe é um filme de detalhes: para se assistir atentamente, prestando BASTANTE atenção e, obviamente, mais de uma vez. Depois, leia os livros, assista o filme de novo, e você entenderá o que eu estou dizendo ;)
Bom, eu já postei minha conclusão sobre a base do HP6, agora cabe a vocês chegarem a conclusão que quiserem. Agora vou apenas colocar mais uma coisinha sobre a minha opinião em relação ao filme... ;)Melhores Pontos / Pontos Fortes: O filme está com um clima bem tenso e sombrio, exatamente como no livro. Como todo mundo já está careca (ou quase... ou não) de saber, é notório que tanto os personagens, quanto os atores e os fãs de Harry Potter (de verdade) cresceram todos juntos, o que é uma “novidade” no mundo do cinema/literatura. Não sei se vocês tiveram/terão a mesma impressão que eu, mas parece que David Yates meio que fez uma “brincadeira sentimental” com isso no HP6. A história em si já causa uma sensação estranha, mas essa estranheza fica ainda mais estranha no filme, porém de uma forma bem sutil. Por exemplo, o quadribol está de volta, coisa que não ocorria desde O Prisioneiro de Azkaban, mas os jogadores não são mais os mesmos; Wood não está mais ali; Fred e Jorge também não, e no lugar deles os Weasleys jogadores são Rony e Gina; os jogadores parecem que estão prontos para se matar, e estes parecem não ter menos de quinze anos; a platéia também está gigante, e é estranho também ver a Hermione ali, torcendo, sozinha (já que Rony e Gina também estão jogando) e talz. A cena do Beco Diagonal também é bem angustiante pelos motivos que eu já falei, e dá para perceber a intenção do diretor quando Hermione entra no Olivaras e diz algo como “Eu não acredito! Todo mundo comprava varinhas aqui...” – isso te lembra algo?. As cenas de Draco também são uma depressão constante, e eu não vi nem sinal de Crabbe e Goyle perto dele. Há mais um bando de exemplos que eu precisaria ficar um bom tempo explicando de uma maneira clara para todos entenderem, mas tenho que falar sobre os outros pontos fortes do filme, por isso vou encerrar com um outro sinal que reforça o que eu estava dizendo. Este ocorre no final do filme, quando Harry e Dumbledore se encontram pela última vez e a primeira coisa que o último diz é que o primeiro precisa fazer a barba. Dumbledore começa então a falar sobre o quanto Harry cresceu e tals, o que confirma o que eu havia pressentido desde o começo do filme.
Mas deixando o final de lado um pouco, outra coisa que eu não gostei no filme é o tempo desperdiçado. Poderiam ter usado o tempo da cena da destruição da Toca, assim como algum dos cortes do Draco, para colocar alguma outra lembrança sobre o passado de Voldemort, que afinal é bem mais importante para a série do que esses dois. E eu acho que também focaram demais no Profº Slughorn e, no lugar da lembrança falsa dele, poderiam ter colocado alguma outra – mas, como eu disse, essa é apenas a minha opinião e, assim como espero que vocês a aceitem, também aceitarei a de vocês nos comentários ;D. E apesar de tudo, poderiam ter chamado mais atenção no Profº Snape (colocar alguma aula dele, por exemplo), mas se a questão for tempo, acho que foi melhor assim...
Postado por Victor Melo às 19:14 0 comentários
Som & Fúria
Se você vive nesse mundo, provavelmente já deve ter ouvido falar ou visto na TV que, dia 7, estreiará uma minissérie na Globo. Eu realmente já estava achando estranho, já que todo ano o canal bota alguma minissérie no ar no começo do ano e que, normalmente, faz sucesso. Porém, eu não tinha visto nenhuma até hoje – eu acho, me corrijam se eu estiver errado. Desta vez, a minissérie a ser exibida será Som e Fúria, dirigida por Fernando Meirelles.
E eu não vou mentir. Admito que eu já não agüentava mais aquelas minisséries do tipo Mad Maria, A Casa das Sete Mulheres, etc. Na verdade, Capitu me foi bem mais interessante do que as anteriores, e não vou mentir que me deu vontade de ler o livro correspondente à minissérie, Dom Casmurro, mas como eu aposto que não é o meu tipo de livro (por causa da história), preferi ficar com a lembrança apenas da versão televisiva, que foi realmente muito boa – aposto que quem foi capaz de entender a história ou o motivo dos efeitos antigos/meiotoscos também concordará comigo. Mas o quê que Capitu tem a ver com Som e Fúria? Não sei, mas eu sinto algo nelas em comum, embora eu não saiba dizer o quê, exatamente. Talvez o fato de uma ter sido inspirada em um livro brasileiro e a outra fale sobre teatro (explicarei mais abaixo) (?), ou então porque Shakespeare é uma figura “importante” em Som e Fúria (?)
Sim, eu assumo que tenho um vício pela literatura, mas apesar de tudo, assumam: as adaptações baseados em livros são F-O-D-A-S ! E, normalmente, geram um grande sucesso – e vou tentar não citar Harry Potter e Crepúsculo entre eles. Alguns dizem até que a música Elephant Gun, do Beirut, só fez sucesso depois de Capitu mesmo – e eu assumo que só conheci essa música ali mesmo, e também adorei.Maas, voltando ao assunto, vou tentar me focar um pouco mais em Som e Fúria desta vez, antes que eu me perca num universo infinito sobre este assunto. Mas vou aproveitar a deixa e falar um tiquinho de nada sobre Shakespeare. Afinal, só por ele ser citado na série já é um sinal de que aí vem coisa boa – não sei o porquê, mas sempre simpatizo pelos personagens leitores e que, principalmente, gostem de alguma mesma pessoa que eu. Eu descobri isso no comercial, quando o personagem de Dan Stulbach diz, DO NADA, pra da Regina Casé: “Eu não gosto do Shakespeare”.
Afinal, sejamos francos, apesar de ele ser um gênio e eu adorar as histórias dele, há horas que realmente dá raiva em ler os livros dele, se for na versão original – ou seja, na versão escrita para teatro. Não sei se você que está lendo este post já leu algum livro do Shakespeare, por isso tentarei abreviar o que tenho a dizer. Em primeiro lugar, qualquer coisa escrita em versão teatral já é um porre pra ler – porque, porra, parece que a divisão de linhas foi feita por uma criança; pois as falas são divididas meio que em versos (sim, igual o jeito que você escreve no MSN u.u), só que ao contrário do MSN, muitas vezes eles pulam a linha em lugar aonde não dá para parar uma frase – afinal, sempre que pulam uma linha em alguma fala, lemos como se houvesse uma virgula ali, não é? Mas há momentos TÃO inconvenientes que... argh, sei lá, não sei como descrever de uma maneira que vocês entendam.E em segundo lugar, já não basta o modo de escrita teatral, dramático e tal, mas há outra coisa que me incomoda e que foi citada por um garoto da minha sala na escola, há alguns dias, quando ele leu Romeu & Julieta pela primeira vez: “Cara, isso é irritante. Eles não conseguem falar sem ser em forma de poesia?”. Não sei não, mas eu acho que eu não sei apreciar a arte do teatro. Por isso prefiro não reparar muito no enredo dele, e sim na maquiagem, cenários e etc. incríveis!
Mas voltando ao assunto principal do post, vou explicar um pouco melhor a minissérie com base no que encontrei, o que significa que pode não ser oficial, mas pelo menos faz sentido.No passado, Oliveira (Pedro Paulo Rangel), Elen (Andréa Beltrão) e Dante (Felipe Camargo) trabalhavam todos juntos numa companhia de teatro que encenava peças de Shakespeare. Em uma apresentação de Hamlet, em que Dante fazia o personagem principal, o mesmo sofre um colapso e foge. Após este episódio, a vida dos três dá uma bela de uma mudança.
“Hoje”, ou seja, sete anos depois, Oliveira dirige uma companhia de teatro bem-sucedida, e Elen trabalha junto com ele, atuando. Enquanto isso, Dante trabalha em uma outra companhia de teatro, porém falida. Por alguma razão, nenhum deles está satisfeito com o próprio trabalho (culpa de Shakespeare u.u /chutesemomínimovalor, by Vitu). E é então que eles se reencontram, e tudo o que sei é que, como era de se esperar, as vidas profissionais e pessoais deles começam a se misturar e a dar uma confusão dos infernos. Isso significa, obviamente, que provavelmente deve vir um humor bem sutil por aí :D
Em Som e Fúria há ainda uma parceria da Globo com a 02 Filmes, que, se vocês são tão ignorantes quanto eu, que só descobri o que era isso agora há pouco, eu explico: é a mesma produtora independente responsável por filmes como Cidade dos Homens. Mas isso já é no mundo real. Ah, e por falar nisso, esta minissérie será uma adaptação da série canadense Slings and Arrows (tinha que ser!) cujo, se eu descobrir alguma coisa sobre ela, postarei aqui mais tarde.No elenco, além dos três protagonistas já citados, haverá ainda Dan Stulbach, Daniel Oliveira, Regina Casé, Genro Camilo, Rodrigo Santoro, Maria Flor, Chris Couto, Débora Falabella e Paulo Betti, Cecilia Homem de Melo, Antônio Fragoso, Ique Gomez e Nico Nicolaiewsky, Maria Helena Chiara, Liana Naomi e Juliano Cazarré.
Não sei quanto a vocês, mas eu sempre acho que o elenco é mil vezes menor antes de ver a lista de nomes inteira. Acho que isso é o que chamam de O Milagre da Multiplicação (?). Mas sejamos sinceros, apesar de você ser suuuper tiete de algum(a) ator(atriz) gringo, assumam: no elenco de Som e Fúria só há T-H-E B-E-S-T-S. Tudo bem, eu não costumo gostar muito de séries brasileiras, mas pelo menos não sou do tipo que julga os atores pelas séries que eles fazem, como muita gente por aí faz :*Obviamente, Capitu foi uma exceção, e estou esperando que Som e Fúria também seja – na verdade, espero que a direção não decepcione. Mas, em todo caso, fikaadika ;D
Postado por Victor Melo às 15:56 0 comentários
Madrugada Pós-Dia dos Namorados
Gente, desculpa a demora³ pra postar aqui no blog, e principalmente por pôr, agora, um post tão antigo, mas é que eu tow sem net e meus planos eram de postar isto beeem antes. Mais tarde explicarei direito essa história, mas por enquanto vocês terão de se contentar - e eu também - com o fato de eu ter que postar de vez em nunca :\
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Este é o terceiro ou quarto post que escrevo depois da meia-noite, sentado na minha cama, bem longe do pc. Por que será que só consigo me inspirar nessas horas? Bom, estou ouvindo CDs antigos na TV, no Coluna MTV – está aí uma coisa que eu adoro³ fazer de madrugada: ouvir música antiga e desconhecida, de preferência de rock. Há pouco tempo, acabara um programa chamado Portal MTV, de quinze minutos, composto por um bando de vídeos divertidos/estranhos/legais/bizarros/incríveis do site do canal. Acho que isso me inspira também.
E o mais bizarro disto tudo é que eu simplesmente adoro os programas matinais. Às vezes, chego até a acreditar que eles são os melhores do dia. Entretanto, se eles se passassem em qualquer outro horário (ás oito da noite, por exemplo), eu os acharia uma merda – talvez. Está aí mais uma prova da estratégia de marketing televisiva, cujo na qual caímos meio que acidentalmente – principalmente se estivermos tentando fugir dela.
Os programas que passam de madrugada ´parecem haver um tipo de droga, pois neles viajamos como em nenhum outro. As coisas vão simplesmente passando e a gente, absorvendo. Apenas informações e mais informações viajando na periferia de nossa mente. Às vezes aparece algo que julgamos importante/interessante e tentamos anotar mentalmente. Por alguma razão, parece que não conseguimos mais esquecer essa coisa, mas na manhã seguinte... o que eu tinha de lembrar mesmo?
Existe alguma coisa nas madrugadas que eu simplesmente não consigo explicar. Não sei que horas são neste exato momento em que você está lendo este post, por isso duvido que você vá entender isto de imediato. É como uma propaganda da Coca-Cola, você só consegue entender quando estiver indo dormir. Mas é, ao mesmo tempo, como um filme do Tim Burton – o tempo é sombrio e apaixonante ao mesmo tempo; meio simbológico até, e só conseguimos entender quando o filme acaba, que é quando adormecemos.
E por falar em sombrio e apaixonante, não sei se vocês sabem (dã), mas há algum tempo atrás fora o Dia dos Namorados. Ou, mais conhecido como o “Dia da Desgraça”, “Dia da Pobreza”, “Dia da Carência”, “Dia do Trânsito”, “Dia dos Encalhados”, “Dia do Motel”, entre vários outros títulos típicos.É um conselho medíocre, é verdade. Mas o que vocês esperavam depois de eu passar mais de uma hora escrevendo? Sim, este não foi um post muito bom, mas espero que sirva pelo menos para preencher o vazio que ficaria aqui no dia de hoje (no blog). Mas enfim, se não conseguir um conselho melhor, que tal maneirar na breguice? u.u
É uma boa maneira de começar a voltar a ser “normal”, e para isso, não se esqueça de desligar o rádio, a TV, e de ficar em casa até segunda-feira. Só assim você conseguirá se livrar do Marvin Gaye (da Parada Gay também) ;x
Postado por Victor Melo às 19:23 0 comentários
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Tecnologia dos Anos 90 -- Como sobrevivemos?
Sabe, eu realmente não sei como minha mente funciona de manhã, quando acabo de acordar. Às vezes sonho com algo cujo a única que eu consigo me lembrar é um pato de borracha, e quando levanto, minha mente já está viajando há séculos atrás (ou à frente) na História. O pior de tudo é que não consigo me lembrar de como cheguei àquele pensamento – e isso é uma merda. O caso desta manhã foram os anos 90. Eu realmente não sei o que eu estava pensando, mas me lembro que cheguei até a evolução da tecnologia. Ok, eu não sou muito velho para falar disso, mas não se esqueçam que eu também presenciei o fim daquela década e me lembro muito bem de como era ;)
Em primeiro lugar, eu aposto que muita gente não se lembra mais de como era isso, mas internet era raridade. Na verdade, computador era um trambolho branco e enorme que realmente pouca gente tinha. Orkut? Não existia (ok, todo mundo sabe disso). Eu mesmo só fui descobrir o que era lan house com uns oito ou nove anos, mas não sei se isso é por causa da evolução da tecnologia ou por causa da pobreza que é a região que eu moro. Mas o importante é que, hoje em dia, como diz minha mãe, “lan house virou mato”. Meu tio trabalha num banco, e a única pessoa que eu conhecia que tinha um computador com internet era ele – mas eu nunca gostei muito de pedir-lhe favor. Sendo assim, eu ia numa coisa que eu duvido que vocês saibam o que é e que se chama “Telecentro”, que é tipo uma lan house só que de graça e com mais computadores, mais antigos, com menos privacidade, e mais lentos.
Outra coisa típica daquela época é o Digital Audio Tape, mais conhecido como “aquela fita de tocar música”. QUEEM não tem uma dessas em casa? A gravação era horrivel, e o pior é que quando acabávamos de ouvir ainda tinha que rebobinar. Não tenho muitas lembranças dessa coisa, além do “chicabum” que minha mãe tinha, mas abafa essa parte. Essa fita te lembra de alguém? É um parente bem próximo, embora bem mais entrambolhado (?).
Sim, a fita de Video Cassete. Meu Deus, eu assisti horrores naquela coisa. Ela era enorme, preta, e também tinha que rebobinar quando acabava – que puta perda de tempo! Ainda bem que inventaram os CDs não muito tempo depois. Uma vez eu quebrei um daqueles aparelhos enormes e incômodos aonde rodavam as fitas cassetes colocando um boneco de gesso lá. E teve uma outra vez que meus pais me compraram uma fita dos Teletubies (detalhe: eu tinha menos de cinco anos e NEM gostava de Teletubies ._.) num camelô e chegando em casa era, na verdade, filme pornô. Para dizer a verdade, não sinto a menor saudade dessas duas fitas (a Digital Audio Tape e a de Video Cassete), já que a imagem da segunda era uma bosta também. Na verdade, estou muito bem com meu DVD riscado (?).
Pertinho (?) do disco de vinil, há ainda uma coisa que eu DUVIDO que vocês ainda se lembrem: walkman. E não, eu não estou falando do novo celular da Sony Ericson, já que quando eu fui procurar imagens do walkman apareceu a do celular D: Estou falando do aparelho que inspirou o celular da Sony Ericson! Na verdade, todo mundo tinha um, mas hoje ninguém – ou pelo menos quase ninguém – se lembra que ele existia. Vou ser sincero, eu precisei de uma ajudinha para poder me lembrar da utilidade deste aparelho. Eu apenas me lembrava que tinha algo a ver com música, mas até aí o Blake Fielder-Civil também tem, não é? (Para quem não sabe, ele é o namorado/esposo/seiláqueporra da Amy Winehouse e não é músico ;D) Bom, tudo o que eu sabia era que dava para ouvir rádio nele, mas ouvi dizer que dava para ouvir a música que você quisesse, agora só não sei como, já que ele surgiu bem antes do download de música (?). Enfim, está aí mais uma coisa que caiu na mitologia da História. Mas existe um quê de graça nessa história do walkman: tecnicamente, ele era meio que um mp3 do passado – e você que ficava se exibindo por ser moderno e ter o mp666. Na verdade, é tudo a mesma porcaria, e você está tão moderno quanto ãh... sei lá, uma pessoa que vivenciou os anos 90 (?) [/desculpepelasinceridade .-.].E um parente do walkman – na verdade, bem próximo, já que eles têm até o mesmo sobrenome! – é o Discman. Este é mais memorável, e aposto que todo mundo tem algum guardado escondido lá no fundo do guarda-roupa. Ele é o oposto do vinil, já que eu acho que surgiu no começo do século XXI, mas como não tenho muita certeza, decidi citar ele aqui mesmo assim. Afinal, eu sempre simpatizei com aquele mini-robozin simpático que tocava CD sem termos de incomodar nossos vizinhos e as pessoas ao nosso redor – dependendo da distância que a pessoa estivesse e do volume que você o estivesse ouvindo, né.
Bom, talvez eu tenha errado na data de algumas das coisas aí. E talvez algumas pessoas duvidem, mas eu era vivo sim na época destas coisas. Na verdade, usei demais³ elas. E assumam, até que dá uma certa saudade dessas coisas todas, e até mesmo uma certa vontade de voltar a usá-las, não é? Afinal, digam a verdade, todos esse robozinhos podem não ter tanta utilidade quanto seu celular, e haja todas as coisas acima no mesmo, mas pelo menos eles inspiram uma certa simpatia em nós. Mas enfim, para dizer a verdade, não sei como finalizar este post. Ou melhor, acabei de descobrir uma maneira: não ria e nem zombe de coisas antigas, já que um dia elas já foram muito úteis - além disso, a sua tecnologia de última geração de hoje em dia cujo da qual você tanto se gaba, vai acabar ficando antiga um dia também. E, nem adianta tentar dizer que você nunca usou nenhuma dessas coisas, tentando jogar na cara de alguém o quanto essa pessoa é brega e você moderno. Na verdade, isso só prova que você é mais brega ainda por ter perdido um bando de tecnologia naquela época ;DResumindo, respeite os mais velhos! (y)
Postado por Victor Melo às 23:56 0 comentários
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669 -- Valeu a pena .
Sábado, 6 de Junho de 2009. Como descrever um dia indescritível?
Desde antes de a chegada deste dia, eu já pensava em falar sobre ele aqui, mas tive que esperar, primeiro, o dia chegar, e depois, eu postar o “Vem Canadá nevar no Brasil ! O:” antes que passasse tempo demais para eu postá-lo – sem falar que, eu precisava de algum post depressa antes que vocês decidissem parar de ler o blog ;x
Mas o que teve de tão especial nesse dia? Bem, vocês entenderão se continuarem lendo, e tentarei ao máximo fazer com que compreendam-me/compreendam como é/foi.
Hoje em dia, creio que seja quase impossível que não haja uma única pessoa que esteja lendo isto aqui e não tenha pelo menos UM “Amigo da Net” (ou “Amigo On”, que é como eu os chamo), seja por fake (espero que hoje em dia todo o mundo já saiba o que é fake, já que na época que eu descobri o que era ninguém tinha ideia do que era isso) ou por profile normal. Eu tenho um monte, cujo a maioria eu conheço há dois anos ou mais – poucos sobraram, já que alguns (ignorantemente [/educaçãoàparte]) decidiram simplesmente “Cortar as amizades da internet” para “Viver a realidade”. Mas enfim, isso pouco tem a ver com o assunto do post de hoje.
O importante é que, seja se o(s) seu(s) amigo(s) On mora a apenas 10km de distância ou do outro lado do mundo, você sempre quis conhecê-lo(s), certo? Pois é, eu nunca tive coragem de deixar que os meus me conhecessem, mas como desta vez eu (achava que) sabia que a segurança não podia falhar, eu acabei cedendo u.u Quem foi a sortuda (ou azarada)? A Mari, uma garota que era melhor amiga até a quarta série das minhas melhores amigas Off (ou seja, amigas “normais”, que não são On) desde a quinta série, quando então ambas mudaram de escola, e as últimas foram para a que eu estudo atualmente (pois a antiga escola delas ia até a quarta série e a minha/nossa começa na quinta série). Essas minhas amigas (aliás, o nome delas é Babi e Mila) viviam dizendo que eu e a Mari éramos assustadoramente parecidos, e então, há duas semanas eu decidi procurá-la no Orkut e comecei a conversar com ela, e em pouco tempo ela se tornou uma de minhas melhores amigas (não vou entrar em detalhes) O:
Na escola da Mari ia ter uma Festa Junina, e ela chamou-nos (eu, Mila e Babi) para ir lá e eu e a Mila fomos, porque a Babi preferiu ir na festa da igreja u.u Vou tentar resumir o dia nos ápices deste para não cansar vocês, por isso vou apresentar de uma vez os “personagens principais”: nós três já citados, a Bia – uma amiga da Mari que eu conheci lá –, e o Pedro – um “amigo” da Mari que eu conheci lá também.
Mas agora vou começar a “história”. A Mila guiou meu pai de carro até a casa da Mari – que, por fora, parece aquelas casinhas de filme, sabe? *-*. Eu não tinha como saber, e não sei como sabia, mas só sei que sabia que quando chegássemos na casa dela, ela estaria tomando banho – e estava mesmo! A avó dela nos chamou para entrar, e enquanto eu observava os quadros tenebrosos da casa da Mari – tais como o da velha monge de olhar malicioso semelhante ao daquelas bruxas medievais e o do palhaço palhaço magricela com uma bola vermelha na mão e um sorriso maligno na cara (vou assumir que tenho trauma de quadros de palhaços desde a época em que havia um enorme e supostamente assombrado na minha casa) –, ficava a cada segundo mais ansioso/nervoso ante à perspectiva de conhecê-la: eu não sou exatamente como sou na net, mas e se ela também não fosse? Seria ela melhor ou pior? O que eu faria primeiro, já que eu nunca consigo iniciar uma conversa com um simples “Oi”? E se ela achasse o meu “eu real” chato? E se eu ficasse tímido demais o resto do dia?
Quando ela finalmente saiu do banho, apenas demo-nos um “Oi” e ela levou eu e a Mila ao quarto dela. Uma coisa que eu sempre soube é que dá para saber bastante sobre uma pessoa ao observar o quarto dela, e no caso da Mari, logo percebi que havia uma louca na minha frente. No quarto dela havia mais cartazes do que na minha escola, acompanhados de fotos, pôsteres e etc., e iam desde recortes juntos numa cartolina sobre assuntos completamente diferentes uns dos outros e pedidos de casamento ao Robert Pattinson e ao Laurent Taylor, até um desenho dos Jonas Brothers, uma bonequinha da Helga Pataki e relógios de todo o tipo, sem falar de um bando de coisas que eu não vejo motivo para incluir neste post.Resumindo, ela humilhou meu quarto, cujo este, se alguém visse, chegaria à conclusão de que ou a pessoa que dorme ali é simples demais, ou é pobre e tem que dividir o quarto com a irmã mais velha. Obviamente, o meu caso é a segunda opção ._.
Quando a Mari ficou pronta – aliás, depois de horas³ depois eu fui reparar que estávamos vestidos quase iguais, sendo que um não viu o outro antes de se arrumar o.õ –, nós passamos na casa da Bia e fomos para a festa. Na verdade, eu nunca gostei de Festa Junina, mas esta realmente valeu a pena! Para ser franco, eu cheguei à essa conclusão assim que chegamos no Ursa Maior (a escola). Por que? Bem, lá de fora pudemos ver um boneco prateado que certamente não deveria estar ali, e, certamente, eu não fui o único a pensar que ele era um boneco, devido ao grito que a Mari e a Bia deram quando a estátua começou a se mexer e fazer um barulho mecânico bizarro. Depois de algumas horas, nos acostumamos com a estátua(/robô/homem/boneco)-humana e ela chegou até a dar jóia pra câmera! (y)
As horas seguintes passamos fazendo vaquinha para a pescaria, tiro ao alvo, comida, e etc. No final já havíamos conseguido uma bússola, duas Línguas-do-Bicho, duas latinhas de bala com gosto de refrigerante, um cubo mágico, um fazedor de bolhas e uma caixinha de tinta guache (não pergunte). Isso sem falar das balas em forma de flor que a Mari roubou enquanto todos se distraíam com a dança da 4ª série ;xDe jogos havia ainda a escalada e a tirolesa, cujo eu estava morrendo de vontade de ir em ambos, mas minha acrofobia não deixou.
Quando todos já havíamos cansado e enjoado de tudo, o Pedro e os amigos dele nos chamaram para ir na festa da escola deles, cujo na qual nós entramos de penetra (pois tinha que pagar) já que eles nos carimbaram com o carimbo da própria mão antes de a tinta secar. Demorou um tempo, mas entramos. Chegando lá, após os pulos e vivas de “Conseguimos! *o*”, olhamos uns para as caras dos outros, e então: “E agora, o que faremos? ‘-‘ “.
Pouco tempo depois, houve a dança da 5ª a 8ª série, cujo na qual a maioria dos garotos iriam vestidos de garotas e vice-versa – foi bem estranho. Segundo a Mari, eu consegui fotografar todos os tropeços dela.Logo em seguida, houve a dança dos alunos do Ensino Médio, que estavam todos fantasiados. No meio deles eu encontrei a Susan Boyle, o Mário Brothers, a tartaruga do Mário, Amy Winehouse, Kurt Cobain, etc.
E então, eu fui embora, com meu pai se estressando com a Mila que o guiava até a casa dela dizendo coisas do tipo: “Entra nessa próxima rua (daí ele entrava) ... era depois dessa ._.” e “Ah, é depois daquele portão ali”.Mas apesar de eu ter tido que gastar todas as minhas economias naquele dia (que eu estava juntando para comprar o sétimo livro do Desventuras em Série ._.), e apesar de tudo³, de uma coisa eu tenho certeza: valeu a pena! ♥
Postado por Victor Melo às 18:15 0 comentários
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Vem Canadá nevar no Brasil ! O:
[Obs:] É o seguinte: eu escrevi este post entre ontem e anteontem (ou seja, entre 00h30 01h00 do dia 06/06/2009) em um caderno, bem longe do pc, e meus planos eram de postá-lo ainda ontem. Porém, por motivos que eu explicarei depois, não deu. Sendo assim, ignorem os anacronismos deste post e seja feliz! :D
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Pois é gente, descuuulpa mesmo por ter passado uma semana sem postar! Mas espero que a semana passada de posts diários tenham compensado esta, mas eu (acho que) tenho uma boa desculpa para isso. Não sei se você está lendo isso do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, França, da PQP ou Debaixo da Ponte, mas aqui em São Paulo esteve um frio desgraçado ultimamente! Na verdade, eu mal pude passar essa semana no pc, já que a sala daqui de casa é gelada demais, e eu e minha mãe estávamos quase armando um barraco porque ela não queria que meu resfriado aniversariante (um mês ._.) piorasse. O importante é que os poucos momentos que passei na frente do pc foram acompanhados de vários copos de Chá Matte, um cobertor, e minhas mãos que a cada segundos se petrificavam ainda mais.
Agora é Sexta-feira – ou melhor, Sábado – são meia-noite e meia, e o tempo deu uma melhorada hoje, embora meu nariz continue escorrendo. Estou sentado em minha cama, escrevendo este post que espero ser o mais justificativo possível. Na verdade, eu passei a semana inteira pensando em sobre o quê postar – e eu lamento não ter iniciado o mês do blog no dia 1, ao invés do dia 6, como estou fazendo – e minha auto-sugestão inicial era falar sobre o Dia do Orgulho Nerd (25/05), mas quando minha mão finalmente descongelou, já havia se passado muito tempo desde esse dia. Mas isso não importa, já que pretendo voltar a este tópico mais tarde também.
Não sei se já citei isso, mas já que o pc está sendo usado pela minha irmã lá do outro lado da casa e não tenho como verificar/pesquisar, me desculpem por (talvez) ter que repetir isso;assim que estreei o blog, prometi não fazer daqueles que são tipo um diário (nada contra, pelo amor de Deus), mas tem horas que é simplesmente impossível não fazer isso, então me desculpem se este post ficar um tanto pessoal demais.
E vejamos... acho que cheguei naquela parte analítica de sempre que há em todos os (ou pelo menos a maioria dos) posts. Bom, acho que realmente não há nada para se analisar aqui, já que não houve nenhuma novidade. Apenas que fiz meu twitter há algumas horas, mas duvido que isso realmente interesse alguém. Ainda não aprendi a fazer muitas coisas nele, mas estou achando-o meio solitário, já que (pelo que eu entendi) não dá para comentar nos posts de lá. Sendo assim, por enquanto a única diversão minha e de uma amiga minha tem sido a de caçar ídolos no twitter :\ /pobreéumamerdamermo.
E eu não vou mentir que pelo menos UM sonho de infância (UM vírgula (,), há um monte, mas enfim... u.u) eu mantenho até hoje: o de fazer um curso profissionalizante de Inglês só para ir oara o Canadá ao término dele *-* Tudo bem, eu já estou sabendo que curso de Inglês é um porre, mas já que hoje em dia essa é a única maneira de ser alguém na vida, né...
Mas enfim, já estou há quase uma hora escrevendo, e a folha já até acabou, o que significa que este último parágrafo estou escrevendo num papel sujo e amassado que encontrei por aí porque sou econômico. Sendo assim, é melhor eu pular para o desfecho rotineiro de uma vez, e... ãh, vejamos... na falta de um conselho melhor, vem Canadá! :D
Postado por Victor Melo às 16:17 0 comentários
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Meus Documentos
Eu nunca havia parado para pensar nisto direito, mas hoje eu estava viajando pelo meu computador quando de repente algo passou pela minha cabeça: vocês já pararam para pensar no quanto seus documentos dizem sobre vocês? Sim, eu estou falando dos do computador mesmo.
Algumas pastas sempre existiram e nem nós mesmos sabemos direito da onde elas vieram, como o “Minhas Músicas”, “Meus Vídeos”, “Minhas Imagens”, etc. E é sobre elas que eu vou começar a falar.
Afinal, tem gente que coloca fotos no “Minhas Músicas”, músicas viajando por aí no “Meu Computador”, “Meus Arquivos Recebidos”, o que significa que essa pessoa é desorganizada e preguiçosa. Tem gente também que cria um bando de pastas apenas para ocupar espaço, como “Animais”, que você criou apenas para colocar UMA foto do seu cachorro, que você nunca usou, além das milhares de pastas que estão ao redor do seu dog, o que significa que você tem tempo demais de sobra, que precisa arrumar algo para fazer (ou, se tiver, é irresponsável), e gosta de coisas em abundâncias, sendo, possivelmente, compulsivo.
Há também quem tem todo tipo de arquivo (fotos pegadas na net, de sua família, animais, amigos, etc.) e os joga tudo numa só pasta. Isso significa que você pode ser apressado e impaciente, do tipo “não vivo nesse mundo”, despreocupado, ou precisa de mais tempo para poder organizar-se. Ou seja, sempre se perde quando vai procurar algo, se tiver muitos arquivos salvos.
Mas você pode ser do tipo que salva tudo por gêneros (como eu ._.’). Por exemplo, no “Minhas Imagens”, tem uma pasta só de minhas suas, outra para as de seus amigos, outra para montagens, e por aí vai. No “Minhas Músicas”, tem uma para rock, outra para black, funk, música eletrônica... Isso quer dizer que você é organizado e indeciso, já que deve ter coisas bem diferentes umas das outras. Possivelmente mutável e sempre se acha em seus documentos, já que sabe aonde está tudo ;)
E há ainda dois tipos de pessoas: as que tem bastante arquivos, e as que não tem quase nenhum. A primeira pessoas, das três, uma: ou ela é antiquada e não-entende-muita-coisa/não-gosta de computador, ou é ocupada demais, ou divide o computador com um monopolizador! Já a segunda pessoa, ou ela trabalha pelo computador (pode ser trabalhos escolares ou profissionais mesmo), ou é inútil, do tipo que salva tudo que é tipo de porcaria no computador seja porquê fez uma bonequinha interessante no Dolls e salvou mesmo sabendo que jamais voltará a usar aquilo, ou é praticamente um camaleão-humano, que está a cada dia ouvindo uma música diferente ou mudando algum efeito em suas fotos.
E tem aqueles que estão sempre com a Lixeira cheia. Isso é bom, pois tem noção de quanta porcaria tem no próprio computador. Contudo, ou é desinformado o suficiente para não saber que ainda assim esse lixo continua a ocupar espaço na memória do pc, ou sofre de amnésia e esquizofrenia o suficiente para não confiar na própria memória e temer ter apagado algo importante (o.õ). Se você não é assim, parabéns, isso significa que você é confiante o suficiente para dizer: “Bem, se fuder... fudeu!”
E eu ainda nem falei dos tipos de arquivos que você tem no seu computador. Como em vários parágrafos, vou pular as partes que dizem sobre as músicas e os vídeos porque as respostas são óbvias. Se você tem fotos pra caralho de si mesmo, quer dizer que adora tirar fotos, ou então é narcisista – principalmente se você as nomeia como “Eu PerfeitoO (aA) !”. Agora se as nomeia como “Eu ._.”, “Eu ._. (2)”, é apressado e provavelmente estava sem criatividade quando as deu este nome. Se tem bastante fotos da família, quer dizer que para você ela vem antes de tudo. Se for de seus amigos, é leal e, possivelmente, sensível e altruísta, e os ama de verdade. se for do(a) namorado(a), é romântica(o) e o(a) ama muito. Mas se for coisas aleatórias que você viu, gostou, e decidiu tirar foto, significa que é criativo e provavelmente “vive nas nuvens”.E agora, terminando a viagem por nossos documentos, já vou avisando que eu não quis ofender ninguém e, se isto aconteceu, desculpa mesmo. Não sou profissional, o que quer dizer que não é para levar mais do que 5% deste post a sério (._.). Ou seja, tenham senso de humor (;D) e... bem... ãh... Enfim, não tentem voar em mil balões u.u
Postado por Victor Melo às 23:29 1 comentários
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Quem é a sua Musa Inspiradora? ;)
Não dá para negar: por trás de todo mundo há sempre uma musa (ou muso) inspiradora. E os tipos, porquês e em-quês são dos mais variados. Eu odeio ter de começar posts já falando de mim, mas não há outro jeito: eu, por exemplo, que a cada minuto faço uma coisa diferente, minhas musas são umas mais diferentes do que as outras. Por exemplo², Living On The Edge (uma série da MTV Americana que foi copiada pela MTV Brasileira e agora passa às 23h30 nas Quartas-feiras) me inspira a tirar fotos (devido à abertura super³ bem trabalhada (e à música da mesma também! Aliás, se alguém souber o nome me avisa...), embora eu prefira a da 1ª temporada), músicas boas³ e clássicas (modinha e pop não estão incluídos ;) ) me inspiram em poesias, livros bons mesmo³ (vocês devem achar modismo, mas os principais são Desventuras em Série e Harry Potter) em histórias, e comentários aleatórios sobre assuntos aleatórios e coisas completamente anexas (como eu ver um gato preto de olhos verdes enquanto caminho até a escola) me inspiram em posts.
E o mais estranho das Musas Inspiradoras é que algumas delas talvez jamais voltaremos a ver. Existem aquelas que são fixas, como músicas que adoramos, mas somos tão viciados nelas que um dis a inspiração vai embora e nos enjoamos. A única coisa que fica mesmo é a causadora (como Amaranth, do Nightwish fora comigo). E existem também as Musas Inspiradoras Instantâneas, que são as que surgiram DO NADA, como eu disse no início do parágrafo anterior. Por exemplo, eu posso olhar para minha mochila paraguaia/pobre/arrombada da Billabong e pensar em um post sobre marcas (aliás, não me deixem esquecer disto), ou olhar para meu all star preto sujo/pobre²/riscado e pensar em um sobre tênis (qual é o plural de tênis? O.õ) (não me deixem esquecer disto também). Mas ambos são assuntos que, como quase tudo na vida, é preciso um pouco mais de pesquisas antes de citar, e não apenas ir improvisando no meio do caminho como este post aqui.
Maaas, voltando ao assunto, a maioria das Musas Inspiradoras Instantâneas precisam estar acompanhadas de um bloquinho de anotações, pois elas são como sonhos: chegam a nossa mente inconscientemente, nos desligamos do mundo, começamos a pensar no corpo do que faremos (no bom sentido, obviamente u.u) e, quando voltamos ao normal, já esquecemos completamente o que havia passado em nossa cabeça. Começamos então a procurar desesperadamente por nossos pensamentos na Lixeira, nos discos C: e E: de nossa mente, e vários outros lugares. Mas nada. Após algum tempo, acabamos percebendo que nossa idéia inicial era tão boa que é seguida por uma semana de falta de criatividade.
Mas agora vou abrir um parênteses aqui que não vou aprofundar muito já que pretendo fazer um post sobre isso depois: talento. Afinal, não é só porque algo nos inspira que signifique que tenhamos talento para isso. Eu, por exemplo, não canto muito bem, por isso a profissão de vocalista não está muito bem colocada em meus planos futuros (mas não está completamente por fora, afinal, tem tanta gente por aí que canta terrivelmente e bem pior que eu e conseguiu virar vocalista/cantor(a) e, alguns, até fazer sucesso!). mas apesar disto, eu canto do mesmo jeito ;)Mas não é porque não tenhamos talento que significa que devemos parar com isso. Não tenham medo de se expressar, principalmente para o máximo e mais variados tipos de pessoas. Mas não é só porque não gostaram de algo na gente que significa que não é bom. Pelo contrário, como o 50 Cent (eu nem gosto muito dele, mas gosto das coisas que ele diz .-.) disse: “‘Não’ não significa ‘não’, e sim ‘continue tentando’”. Ou seja, se você gosta de algo, prossigue e lute por seus ideais, mesmo que tenha de nadar contra a maré: um dia você chegará na ilha tão desejada (ao menos que morra na praia, mas vou deixar os comentários pessimistas para depois u.u). Mas se querem a minha opinião, invista mais seriamente no que dizem que você é realmente bom (ou boa), seja essa coisa a Matemática, Música, Desenho, Estilo, etc.
Postado por Victor Melo às 23:55 0 comentários
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Niver de ¹/¹² anos *-*
Perdoem-me por este post mínimo, mas é que eu realmente não tinha mais nenhum plano para o blog hoje além disto. Afinal, hoje ele está completando um mês de vida! ;)
Por conta disto, eu decidi mudar a imagem do título. Talvez vocês se lembrem (ou não) que até ontem era uma lua meio borrada, e agora eu a mudei para esta que possivelmente vocês estão vendo agora, que eu tirei ontem a tarde mesmo na escada da minha casa.
Pois é, isto não tem nada de interessante, mas acho que talvez vocês gostem um pouco mais do blog. Pode parecer idiotice, mas essas coisas são estranhas assim mesmo. Tipo, normalmente sentimos uma curiosidade maior pelo conteúdo do blog quando o que há de principal ou que chame mais atenção nele tenha sido completamente feito pela pessoa que escreve nele, e não apenas jogado e pegado no Google. Parece que passamos a confiar mais na autonomia do blog. Mas como tudo (ou pelo menos a maioria das coisas) que eu escrevo aqui, eu não sei se isto também acontece com vocês ou se é só comigo, por isso vou parar com essas brisas de boteco.
Enfim, vou aproveitar o dia de hoje para dar alguns retoques na edição de posts anteriores, mas não é nada demais. Enquanto isso, vocês podem se aproveitar do post de ontem, que além de ser enorme o suficiente para contar pelos dois dias, eu o terminei às onze e tantos da noite, já que passei a noite inteira para editá-lo e depois mais um tempo para recuperar o que não tinha salvo quando tudo o que é elétrico aqui da minha casa se apagou do nada ontem '-'
Mas esta história eu conto depois. E só explicando o post de ontem, faltavam 5O dias antes da meia-noite, mas hoje faltam apenas 49. Vocês entenderão quando abrirem o link xD
Mas o que importa é que a cada dia falta menos tempo, e, enfim... tenham um bom-dia ;D

Postado por Victor Melo às 21:08 0 comentários
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5O Dias para Harry Potter e o Enigma do Príncipe! *o*
Assim que eu comecei o blog do It’s From Myself, eu prometi a mim mesmo que não ficaria com favoritismos. Porééém, está aqui um post tentador, e não consegui resistir, por isso aproveitarei o dia de hoje para falar sobre o assunto, mas eu não prometo que nunca mais falarei disto aqui ;D
Agora, sobre O QUÊ eu estou falando, é completamente dedutível ao ver o titulo do post e a foto que se encontra acima do parágrafo anterior – Harry Potter e o Enigma do Príncipe! Agora, se você vive em um mundo completamente alheio ao real, vou explico: dentro de cinqüenta dias (no dia 15 de Julho, para ser mais exato), será lançado o mais novo filme da série Harry Potter. Na verdade, eu já até citei ele no meu segundo post aqui no blog (e agora estou no décimo quinto! Não vou negar que isto é “emocionante”...), sobre “Os melhores filmes previstos para 2009”. Parcialidade total? Não, isto é apenas a verdade. Continue lendo que você entenderá ;)
Pois então, não sei se preciso lembrar-lhes disto ainda, mas Harry Potter não é só filme! Aliás, o livro de O Enigma do Príncipe fora lançado em 16 de Novembro de 2005 aqui no Brasil, quatro meses após o lançamento nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia, e um mês após o lançamento em Portugal. O motivo da demora é simples: as tradutoras estavam em dúvida quanto ao titulo que dariam ao livro, cujo o original é Harry Potter and The Hal-Blood Prince (ou Harry Potter e o Príncipe Meio-Sangue). Em Portugal chegou a ser considerada a tradução como “O Príncipe das Poções”. Antes mesmo de a tradução oficial aqui no Brasil, a imprensa já havia adotado vários títulos para o livro, dentre eles, O Príncipe Mestiço, O Príncipe Morganático e O Príncipe Bastardo. Mas, segundo Lia Wyler (tradutora de todos os livros da série), nenhum destes títulos descreviam a ambigüidade do tal Príncipe. A confusão foi tanta que J. K. Rowling (ou “Tia Jô” (autora da obra)) pediu para que Lia lhe mandasse três sugestões, que foram: “O Príncipe Misterioso, O Príncipe Mestiço e O Enigma do Príncipe). Obviamente, Tia Jô gostou mais do último título e por isso o escolheu.
Mas quem é o tal Príncipe? Esta foi a principal pergunta feita assim que o livro foi lançado (que aliás foi pouco depois fa estréia do quarto filme, Harry Potter e o Cálice de Fogo), não apenas no “nosso mundo”, como na história. E por isso, para a felicidade geral, eu lhes digo...
... que não posso dizer quem é o Príncipe. Eu sei que para quem já leu a histórias mais de três mil vezes (como eu) isso já não é mais surpresa e chega a parecer até meio bobo esconder quem é o Príncipe Mestiço, mas não se esqueçam que ainda há pessoas que não sabem nada (ou quase nada) da história! ;D... ou pelo menos eu acho, né.
Mas enfim, se eu dei um nó no cérebro de vocês com essa mistura de Enigma do Príncipe e Príncipe Mestiço, deixa que eu mesmo o desfaço.O Enigma do Príncipe é o nome do livro; um nome usado para definir um “Príncipe Enigmático”. Contudo, como a própria Hermione diz no meio da história, não existem príncipes bruxos. Ou seja, o principado foi apenas usado para titular alguém, assim como Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas (sim, aqueles mesmo do Mapa do Maroto, de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban). E o título subjetivo que eu acabei de citar, foi encontrado em um livro escolar, e agora vou explicar como a história chega até aí. Talvez vocês se lembrem dos exames dos N.O.M.’s, de Harry Potter e a Ordem da Fênix, que foram citados brevemente no filme do mesmo. Dependendo da pontuação que o aluno tivesse ao fim desta prova, ele escolheria as matérias que estudaria nos próximos dois anos – porém, tudo depende, afinal, se você não tirasse um “Execede Expectativas” (a segunda melhor nota dos NOM’s, sendo elas, seis ao todo) em determinada matéria, não a poderia estudar (a nota necessária é determinada pelo professor que lecionará).
Harry não tirou a nota determinada pelo Profº Snape (sim, é aquele que vive de preto e parece um morcego gigante) para estudar Poções em O Enigma do Príncipe, e por isso não comprou seu material para esta matéria. Contudo, ao chegar em Hogwarts (a escola), um dos primeiros avisos de Alvo Dumbledore (o diretor) é sobre as mudanças no magistério este ano. Severo Snape passaria a ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas (matéria por ele cobiçada desde que passara a trabalhar em Hogwarts), e Horácio Slughorn, Poções. Ao contrário de Snape, Slughorn permitia que os alunos que obtivessem a mesma nota que Harry pudessem aprender sua matéria, e emprestou o material necessário a este e a Rony enquanto eles encomendavam o que precisariam. Entre este material, estava o livro de Poções, que o de ambos era velho e pertencido a algum aluno de qualquer época que tenha estudado em Hogwarts. O de Harry estava todo riscado e rabiscado, e na capa aonde costumamos escrever nossos nomes nos livros, estava escrito “Príncipe Mestiço”. Mais tarde, Harry descobre que estes rabiscos eram atalhos para melhorar as poções e, alguns, feitiços inventados pelo antigo dono – o Príncipe Mestiço. Ele passa a seguir as instruções do Príncipe, e acaba se tornando o melhor aluno da classe de Poções – superando até mesmo Hermione!
Bom, explicado o título, vou então para outros pontos importantes da história.Se você viu A Ordem da Fênix, deve ter notado que Lord Voldemort está de volta e, desta vez, todos sabem disto. O Ministro da Magia Cornélio Fudge é demitido – ou, como na versão dos filmes, se demite – e é substituído por Rufo Scrimgeour, mas ainda não tenho tanta certeza se este chegará a aparecer no filme. Apenas no começo da história, já ficamos sabendo da queda misteriosa da ponte de Brockdale no mundo dos trouxas, assim como um furacão completamente imprevisto. Ambos são apenas citados no livro, mas pelo que fiquei sabendo, serão a primeira cena do filme – o que significa que logo no começo já haverá bastante ação! Obviamente, a ponte que acabei de falar é a que aparece na primeira imagem deste post.
Este encontro serve para três coisas: a primeira, ambos vão na casa de Horácio Slughorn, para convencê-lo a aceitar um novo emprego em Hogwarts – esta acaba se revelando uma utilidade dupla no meio da história –, e apesar de ele se recusar terminantemente, acaba aceitando a proposta após uma conversa com Harry, filho de sua ex-aluna predileta, Lílian Evans. A segunda, é que Dumbledore convida Harry a ter algumas aulas particulares com ele durante o ano letivo, cujo nestas, eles acabam por viajar em lembranças na Penseira (você deve se lembrar dela em O Cálice de Fogo), que acabam por revelar segredos chocantes sobre Voldemort. E a terceira, é que Dumbledore leva Harry à Toca (casa de Rony), aonde ele passa o resto das férias. Pelo que eu fiquei sabendo, haverá no filme uma cena que não havia no livro, nesta parte, cujo na qual há mais um ataque dos Comensais da Morte apenas no começo do filme. Mas não vou dizer mais que isso.
Mas agora vou abrir parênteses em relação a um personagem/ator que, se alguém aqui não está tão informado assim sobre Harry Potter, não deve ter entendido muita coisa. Sim, eu estou falando de Horácio Slughorn, o principal “personagem-revelação” de Harry Potter e o Enigma do Príncipe.Horácio Slughorn era o professor de Poções de Hogwarts há muito tempo, e fora ele quem lecionou os pais de Harry, assim como os de Rony, Snape, e, até mesmo, Lord Voldemort. E está aí a segunda utilidade dele na história: em uma das aulas que Harry tem com Dumbledore ao londo do filme, este pede para que o primeiro consiga uma lembrança crucial de seu professor. A lembrança mais importante que Dumbledore já teria conseguido, assim como a lembrança mais importante da série inteira, se visto por este ângulo.
E, eu não sei se vocês estão lembrados de – ou se chegaram a assistir – As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira, e O Guarda-Roupa, mas Jim Broadbent (o ator que fará o Profº Slughorn) é o mesmo ator que fez o Professor Kirke, aquele velho barbudo dono da casa aonde havia o guarda-roupa que tinha uma passagem para Nárnia e que, assim como Slughorn, também tem uma história que precede a aventura dos irmãos Pevensie – o que não é comum nas histórias de Nárnia (e sim, eu li os sete livros desta história u.u) –, que pode ser lida em As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago. A prova disto você pode ver em dois lugares: no Google (obviamente) ou, mais simplesmente, na montagem acima.
Mas, voltando a falar de Harry Potter, no mesmo post que eu já citei sobre os melhores filmes previstos para 2009, eu disse que este era o mais esperado para este ano. Não, isto não é uma opinião minha, é apenas o fato mesmo. Em uma pesquisa não-me-lembro-da-onde, Harry Potter e o Enigma do Príncipe disparou em primeiro lugar, com mais de 50% dos votos. O segundo lugar, X-Men: A Origem – Wolverine, obteve pouco mais de 32%, um número bem pouco acima dos outros concorrentes que-nem-cheguei-a-saber-quais-eram.Mas isso é uma coisa completamente explicável, já que o sexto filme da série deveria ter sido lançado em Novembro do ano passado. E uma coisa não dá para negar: sempre que algum Harry Potter chega aos cartazes, é barulho na certa. Contudo, nos meses que antecederam a prevista estréia do filme, O Enigma do Príncipe foi até um tanto silencioso, já que não saíra nenhum pôster oficial, nenhuma foto exclusiva, nenhum vídeo, nem nada; apenas um trailer que pode ser visto aqui. Após este trailer, a única coisa a ser lançada foi uma notícia: para a frustração dos milhares de Pottermaníacos (sim, eu sou um deles u.u), o filme havia sido adiado para Julho do ano seguinte!
Após isto, começaram a sair milhares de notícias quase que diárias sobre o filme. Fotos, milhares de fotos. Sneak-Peeks, vários Sneak-Peeks. Traileres, vários Traileres (cujo o último a ser lançado, e que muitos (eu entre eles) dizem ser o melhor de todos, pode ser visto aqui). Notícias, trilhares de notícias diárias, e não apenas sobre O Enigma do Príncipe como também sobre As Relíquias da Morte, seu sucessor, último livro da série e dois últimos filmes, já que será dividido em duas partes. De fato, as novidades foram tantas, que um fã-clube gringo chegou a mandar uma carta para a Warner Brothers dizendo para ir mais devagar, pois os computadores dos fãs já estavam quase sem memória, de tanta coisa sobre Harry Potter e o Enigma do Príncipe que eles tinham!
Enfim, se algum de vocês que leu este post não gosta de Harry Potter, peço muitíssimo que me perdoem, mas chega uma hora que é irresistível! Mas vou tentar me controlar... enquanto o filme não sai ;DE, é com um grande pesar que eu tenho de dizer que o post termina aqui T-T
Eu sei, é esquisito, mas pensem: vocês também não adoram passar horas e mais horas, escrever páginas e mais páginas apenas falando de seu livro/série/artista/ídolo favorito? E além disso, ainda há tanta coisa que eu ainda não falei, e tantos assuntos que eu queria ter conseguido encaixar neste post mas não consegui! Como, por exemplo, as críticas aos efeitos de luz e imagem ao Harry Potter e o Enigma do Príncipe, referência a Tia Jô... enfim, muita coisa mesmo! Mas não se preocupem, se alguém aqui, mesmo depois deste post ENORME ainda quiser saber ainda mais novidades sobre o HP6, eu recomendo estes quatro sites, cujo vocês nunca se cansarão, pois há uma novidade por dia, praticamente, neles:
O Oclumencia, que é o site sobre Harry Potter que eu visito com mais freqüência;
O ScarPotter, que visito de vez em quando, mas eu garanto que também é muito bom;
O Potterish, que também é um dos melhores sites sobre Harry Potter, embora eu nunca consiga encontrar o link dele;
E o MuggleNet, que idem ao Potterish;
Postado por Victor Melo às 23:43 1 comentários





