Não dá para negar: por trás de todo mundo há sempre uma musa (ou muso) inspiradora. E os tipos, porquês e em-quês são dos mais variados. Eu odeio ter de começar posts já falando de mim, mas não há outro jeito: eu, por exemplo, que a cada minuto faço uma coisa diferente, minhas musas são umas mais diferentes do que as outras. Por exemplo², Living On The Edge (uma série da MTV Americana que foi copiada pela MTV Brasileira e agora passa às 23h30 nas Quartas-feiras) me inspira a tirar fotos (devido à abertura super³ bem trabalhada (e à música da mesma também! Aliás, se alguém souber o nome me avisa...), embora eu prefira a da 1ª temporada), músicas boas³ e clássicas (modinha e pop não estão incluídos ;) ) me inspiram em poesias, livros bons mesmo³ (vocês devem achar modismo, mas os principais são Desventuras em Série e Harry Potter) em histórias, e comentários aleatórios sobre assuntos aleatórios e coisas completamente anexas (como eu ver um gato preto de olhos verdes enquanto caminho até a escola) me inspiram em posts.
E o mais estranho das Musas Inspiradoras é que algumas delas talvez jamais voltaremos a ver. Existem aquelas que são fixas, como músicas que adoramos, mas somos tão viciados nelas que um dis a inspiração vai embora e nos enjoamos. A única coisa que fica mesmo é a causadora (como Amaranth, do Nightwish fora comigo). E existem também as Musas Inspiradoras Instantâneas, que são as que surgiram DO NADA, como eu disse no início do parágrafo anterior. Por exemplo, eu posso olhar para minha mochila paraguaia/pobre/arrombada da Billabong e pensar em um post sobre marcas (aliás, não me deixem esquecer disto), ou olhar para meu all star preto sujo/pobre²/riscado e pensar em um sobre tênis (qual é o plural de tênis? O.õ) (não me deixem esquecer disto também). Mas ambos são assuntos que, como quase tudo na vida, é preciso um pouco mais de pesquisas antes de citar, e não apenas ir improvisando no meio do caminho como este post aqui.
Maaas, voltando ao assunto, a maioria das Musas Inspiradoras Instantâneas precisam estar acompanhadas de um bloquinho de anotações, pois elas são como sonhos: chegam a nossa mente inconscientemente, nos desligamos do mundo, começamos a pensar no corpo do que faremos (no bom sentido, obviamente u.u) e, quando voltamos ao normal, já esquecemos completamente o que havia passado em nossa cabeça. Começamos então a procurar desesperadamente por nossos pensamentos na Lixeira, nos discos C: e E: de nossa mente, e vários outros lugares. Mas nada. Após algum tempo, acabamos percebendo que nossa idéia inicial era tão boa que é seguida por uma semana de falta de criatividade.
Mas agora vou abrir um parênteses aqui que não vou aprofundar muito já que pretendo fazer um post sobre isso depois: talento. Afinal, não é só porque algo nos inspira que signifique que tenhamos talento para isso. Eu, por exemplo, não canto muito bem, por isso a profissão de vocalista não está muito bem colocada em meus planos futuros (mas não está completamente por fora, afinal, tem tanta gente por aí que canta terrivelmente e bem pior que eu e conseguiu virar vocalista/cantor(a) e, alguns, até fazer sucesso!). mas apesar disto, eu canto do mesmo jeito ;)Mas não é porque não tenhamos talento que significa que devemos parar com isso. Não tenham medo de se expressar, principalmente para o máximo e mais variados tipos de pessoas. Mas não é só porque não gostaram de algo na gente que significa que não é bom. Pelo contrário, como o 50 Cent (eu nem gosto muito dele, mas gosto das coisas que ele diz .-.) disse: “‘Não’ não significa ‘não’, e sim ‘continue tentando’”. Ou seja, se você gosta de algo, prossigue e lute por seus ideais, mesmo que tenha de nadar contra a maré: um dia você chegará na ilha tão desejada (ao menos que morra na praia, mas vou deixar os comentários pessimistas para depois u.u). Mas se querem a minha opinião, invista mais seriamente no que dizem que você é realmente bom (ou boa), seja essa coisa a Matemática, Música, Desenho, Estilo, etc.

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