Meus Documentos

30 de mai. de 2009

Eu nunca havia parado para pensar nisto direito, mas hoje eu estava viajando pelo meu computador quando de repente algo passou pela minha cabeça: vocês já pararam para pensar no quanto seus documentos dizem sobre vocês? Sim, eu estou falando dos do computador mesmo.

Algumas pastas sempre existiram e nem nós mesmos sabemos direito da onde elas vieram, como o “Minhas Músicas”, “Meus Vídeos”, “Minhas Imagens”, etc. E é sobre elas que eu vou começar a falar.

Afinal, tem gente que coloca fotos no “Minhas Músicas”, músicas viajando por aí no “Meu Computador”, “Meus Arquivos Recebidos”, o que significa que essa pessoa é desorganizada e preguiçosa. Tem gente também que cria um bando de pastas apenas para ocupar espaço, como “Animais”, que você criou apenas para colocar UMA foto do seu cachorro, que você nunca usou, além das milhares de pastas que estão ao redor do seu dog, o que significa que você tem tempo demais de sobra, que precisa arrumar algo para fazer (ou, se tiver, é irresponsável), e gosta de coisas em abundâncias, sendo, possivelmente, compulsivo.

Há também quem tem todo tipo de arquivo (fotos pegadas na net, de sua família, animais, amigos, etc.) e os joga tudo numa só pasta. Isso significa que você pode ser apressado e impaciente, do tipo “não vivo nesse mundo”, despreocupado, ou precisa de mais tempo para poder organizar-se. Ou seja, sempre se perde quando vai procurar algo, se tiver muitos arquivos salvos.
Mas você pode ser do tipo que salva tudo por gêneros (como eu ._.’). Por exemplo, no “Minhas Imagens”, tem uma pasta só de minhas suas, outra para as de seus amigos, outra para montagens, e por aí vai. No “Minhas Músicas”, tem uma para rock, outra para black, funk, música eletrônica... Isso quer dizer que você é organizado e indeciso, já que deve ter coisas bem diferentes umas das outras. Possivelmente mutável e sempre se acha em seus documentos, já que sabe aonde está tudo ;)
E há ainda dois tipos de pessoas: as que tem bastante arquivos, e as que não tem quase nenhum. A primeira pessoas, das três, uma: ou ela é antiquada e não-entende-muita-coisa/não-gosta de computador, ou é ocupada demais, ou divide o computador com um monopolizador! Já a segunda pessoa, ou ela trabalha pelo computador (pode ser trabalhos escolares ou profissionais mesmo), ou é inútil, do tipo que salva tudo que é tipo de porcaria no computador seja porquê fez uma bonequinha interessante no Dolls e salvou mesmo sabendo que jamais voltará a usar aquilo, ou é praticamente um camaleão-humano, que está a cada dia ouvindo uma música diferente ou mudando algum efeito em suas fotos.

E tem aqueles que estão sempre com a Lixeira cheia. Isso é bom, pois tem noção de quanta porcaria tem no próprio computador. Contudo, ou é desinformado o suficiente para não saber que ainda assim esse lixo continua a ocupar espaço na memória do pc, ou sofre de amnésia e esquizofrenia o suficiente para não confiar na própria memória e temer ter apagado algo importante (o.õ). Se você não é assim, parabéns, isso significa que você é confiante o suficiente para dizer: “Bem, se fuder... fudeu!”

E eu ainda nem falei dos tipos de arquivos que você tem no seu computador. Como em vários parágrafos, vou pular as partes que dizem sobre as músicas e os vídeos porque as respostas são óbvias. Se você tem fotos pra caralho de si mesmo, quer dizer que adora tirar fotos, ou então é narcisista – principalmente se você as nomeia como “Eu PerfeitoO (aA) !”. Agora se as nomeia como “Eu ._.”, “Eu ._. (2)”, é apressado e provavelmente estava sem criatividade quando as deu este nome. Se tem bastante fotos da família, quer dizer que para você ela vem antes de tudo. Se for de seus amigos, é leal e, possivelmente, sensível e altruísta, e os ama de verdade. se for do(a) namorado(a), é romântica(o) e o(a) ama muito. Mas se for coisas aleatórias que você viu, gostou, e decidiu tirar foto, significa que é criativo e provavelmente “vive nas nuvens”.



E agora, terminando a viagem por nossos documentos, já vou avisando que eu não quis ofender ninguém e, se isto aconteceu, desculpa mesmo. Não sou profissional, o que quer dizer que não é para levar mais do que 5% deste post a sério (._.). Ou seja, tenham senso de humor (;D) e... bem... ãh... Enfim, não tentem voar em mil balões u.u

Quem é a sua Musa Inspiradora? ;)

28 de mai. de 2009

Não dá para negar: por trás de todo mundo há sempre uma musa (ou muso) inspiradora. E os tipos, porquês e em-quês são dos mais variados. Eu odeio ter de começar posts já falando de mim, mas não há outro jeito: eu, por exemplo, que a cada minuto faço uma coisa diferente, minhas musas são umas mais diferentes do que as outras. Por exemplo², Living On The Edge (uma série da MTV Americana que foi copiada pela MTV Brasileira e agora passa às 23h30 nas Quartas-feiras) me inspira a tirar fotos (devido à abertura super³ bem trabalhada (e à música da mesma também! Aliás, se alguém souber o nome me avisa...), embora eu prefira a da 1ª temporada), músicas boas³ e clássicas (modinha e pop não estão incluídos ;) ) me inspiram em poesias, livros bons mesmo³ (vocês devem achar modismo, mas os principais são Desventuras em Série e Harry Potter) em histórias, e comentários aleatórios sobre assuntos aleatórios e coisas completamente anexas (como eu ver um gato preto de olhos verdes enquanto caminho até a escola) me inspiram em posts.

E o mais estranho das Musas Inspiradoras é que algumas delas talvez jamais voltaremos a ver. Existem aquelas que são fixas, como músicas que adoramos, mas somos tão viciados nelas que um dis a inspiração vai embora e nos enjoamos. A única coisa que fica mesmo é a causadora (como Amaranth, do Nightwish fora comigo). E existem também as Musas Inspiradoras Instantâneas, que são as que surgiram DO NADA, como eu disse no início do parágrafo anterior. Por exemplo, eu posso olhar para minha mochila paraguaia/pobre/arrombada da Billabong e pensar em um post sobre marcas (aliás, não me deixem esquecer disto), ou olhar para meu all star preto sujo/pobre²/riscado e pensar em um sobre tênis (qual é o plural de tênis? O.õ) (não me deixem esquecer disto também). Mas ambos são assuntos que, como quase tudo na vida, é preciso um pouco mais de pesquisas antes de citar, e não apenas ir improvisando no meio do caminho como este post aqui.

Maaas, voltando ao assunto, a maioria das Musas Inspiradoras Instantâneas precisam estar acompanhadas de um bloquinho de anotações, pois elas são como sonhos: chegam a nossa mente inconscientemente, nos desligamos do mundo, começamos a pensar no corpo do que faremos (no bom sentido, obviamente u.u) e, quando voltamos ao normal, já esquecemos completamente o que havia passado em nossa cabeça. Começamos então a procurar desesperadamente por nossos pensamentos na Lixeira, nos discos C: e E: de nossa mente, e vários outros lugares. Mas nada. Após algum tempo, acabamos percebendo que nossa idéia inicial era tão boa que é seguida por uma semana de falta de criatividade.

Mas agora vou abrir um parênteses aqui que não vou aprofundar muito já que pretendo fazer um post sobre isso depois: talento. Afinal, não é só porque algo nos inspira que signifique que tenhamos talento para isso. Eu, por exemplo, não canto muito bem, por isso a profissão de vocalista não está muito bem colocada em meus planos futuros (mas não está completamente por fora, afinal, tem tanta gente por aí que canta terrivelmente e bem pior que eu e conseguiu virar vocalista/cantor(a) e, alguns, até fazer sucesso!). mas apesar disto, eu canto do mesmo jeito ;)

Mas não é porque não tenhamos talento que significa que devemos parar com isso. Não tenham medo de se expressar, principalmente para o máximo e mais variados tipos de pessoas. Mas não é só porque não gostaram de algo na gente que significa que não é bom. Pelo contrário, como o 50 Cent (eu nem gosto muito dele, mas gosto das coisas que ele diz .-.) disse: “‘Não’ não significa ‘não’, e sim ‘continue tentando’”. Ou seja, se você gosta de algo, prossigue e lute por seus ideais, mesmo que tenha de nadar contra a maré: um dia você chegará na ilha tão desejada (ao menos que morra na praia, mas vou deixar os comentários pessimistas para depois u.u). Mas se querem a minha opinião, invista mais seriamente no que dizem que você é realmente bom (ou boa), seja essa coisa a Matemática, Música, Desenho, Estilo, etc.
Mas enfim, uma opinião é sempre boa (por que vocês acham que eu fico tão feliz ao ver um comentário aqui no blog? *-*), mas não se esqueçam de controlar o quanto ela deverá te afetar, e nunca desista de seus sonhos! ;)

Niver de ¹/¹² anos *-*

26 de mai. de 2009

Perdoem-me por este post mínimo, mas é que eu realmente não tinha mais nenhum plano para o blog hoje além disto. Afinal, hoje ele está completando um mês de vida! ;)

Por conta disto, eu decidi mudar a imagem do título. Talvez vocês se lembrem (ou não) que até ontem era uma lua meio borrada, e agora eu a mudei para esta que possivelmente vocês estão vendo agora, que eu tirei ontem a tarde mesmo na escada da minha casa.

Pois é, isto não tem nada de interessante, mas acho que talvez vocês gostem um pouco mais do blog. Pode parecer idiotice, mas essas coisas são estranhas assim mesmo. Tipo, normalmente sentimos uma curiosidade maior pelo conteúdo do blog quando o que há de principal ou que chame mais atenção nele tenha sido completamente feito pela pessoa que escreve nele, e não apenas jogado e pegado no Google. Parece que passamos a confiar mais na autonomia do blog. Mas como tudo (ou pelo menos a maioria das coisas) que eu escrevo aqui, eu não sei se isto também acontece com vocês ou se é só comigo, por isso vou parar com essas brisas de boteco.

Enfim, vou aproveitar o dia de hoje para dar alguns retoques na edição de posts anteriores, mas não é nada demais. Enquanto isso, vocês podem se aproveitar do post de ontem, que além de ser enorme o suficiente para contar pelos dois dias, eu o terminei às onze e tantos da noite, já que passei a noite inteira para editá-lo e depois mais um tempo para recuperar o que não tinha salvo quando tudo o que é elétrico aqui da minha casa se apagou do nada ontem '-'

Mas esta história eu conto depois. E só explicando o post de ontem, faltavam 5O dias antes da meia-noite, mas hoje faltam apenas 49. Vocês entenderão quando abrirem o link xD

Mas o que importa é que a cada dia falta menos tempo, e, enfim... tenham um bom-dia ;D


5O Dias para Harry Potter e o Enigma do Príncipe! *o*

25 de mai. de 2009

Assim que eu comecei o blog do It’s From Myself, eu prometi a mim mesmo que não ficaria com favoritismos. Porééém, está aqui um post tentador, e não consegui resistir, por isso aproveitarei o dia de hoje para falar sobre o assunto, mas eu não prometo que nunca mais falarei disto aqui ;D

Agora, sobre O QUÊ eu estou falando, é completamente dedutível ao ver o titulo do post e a foto que se encontra acima do parágrafo anterior – Harry Potter e o Enigma do Príncipe! Agora, se você vive em um mundo completamente alheio ao real, vou explico: dentro de cinqüenta dias (no dia 15 de Julho, para ser mais exato), será lançado o mais novo filme da série Harry Potter. Na verdade, eu já até citei ele no meu segundo post aqui no blog (e agora estou no décimo quinto! Não vou negar que isto é “emocionante”...), sobre “Os melhores filmes previstos para 2009”. Parcialidade total? Não, isto é apenas a verdade. Continue lendo que você entenderá ;)

Pois então, não sei se preciso lembrar-lhes disto ainda, mas Harry Potter não é só filme! Aliás, o livro de O Enigma do Príncipe fora lançado em 16 de Novembro de 2005 aqui no Brasil, quatro meses após o lançamento nos Estados Unidos, Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia, e um mês após o lançamento em Portugal. O motivo da demora é simples: as tradutoras estavam em dúvida quanto ao titulo que dariam ao livro, cujo o original é Harry Potter and The Hal-Blood Prince (ou Harry Potter e o Príncipe Meio-Sangue). Em Portugal chegou a ser considerada a tradução como “O Príncipe das Poções”. Antes mesmo de a tradução oficial aqui no Brasil, a imprensa já havia adotado vários títulos para o livro, dentre eles, O Príncipe Mestiço, O Príncipe Morganático e O Príncipe Bastardo. Mas, segundo Lia Wyler (tradutora de todos os livros da série), nenhum destes títulos descreviam a ambigüidade do tal Príncipe. A confusão foi tanta que J. K. Rowling (ou “Tia Jô” (autora da obra)) pediu para que Lia lhe mandasse três sugestões, que foram: “O Príncipe Misterioso, O Príncipe Mestiço e O Enigma do Príncipe). Obviamente, Tia Jô gostou mais do último título e por isso o escolheu.

Mas quem é o tal Príncipe? Esta foi a principal pergunta feita assim que o livro foi lançado (que aliás foi pouco depois fa estréia do quarto filme, Harry Potter e o Cálice de Fogo), não apenas no “nosso mundo”, como na história. E por isso, para a felicidade geral, eu lhes digo...

... que não posso dizer quem é o Príncipe. Eu sei que para quem já leu a histórias mais de três mil vezes (como eu) isso já não é mais surpresa e chega a parecer até meio bobo esconder quem é o Príncipe Mestiço, mas não se esqueçam que ainda há pessoas que não sabem nada (ou quase nada) da história! ;D

... ou pelo menos eu acho, né.

Mas enfim, se eu dei um nó no cérebro de vocês com essa mistura de Enigma do Príncipe e Príncipe Mestiço, deixa que eu mesmo o desfaço.

O Enigma do Príncipe é o nome do livro; um nome usado para definir um “Príncipe Enigmático”. Contudo, como a própria Hermione diz no meio da história, não existem príncipes bruxos. Ou seja, o principado foi apenas usado para titular alguém, assim como Aluado, Rabicho, Almofadinhas e Pontas (sim, aqueles mesmo do Mapa do Maroto, de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban). E o título subjetivo que eu acabei de citar, foi encontrado em um livro escolar, e agora vou explicar como a história chega até aí. Talvez vocês se lembrem dos exames dos N.O.M.’s, de Harry Potter e a Ordem da Fênix, que foram citados brevemente no filme do mesmo. Dependendo da pontuação que o aluno tivesse ao fim desta prova, ele escolheria as matérias que estudaria nos próximos dois anos – porém, tudo depende, afinal, se você não tirasse um “Execede Expectativas” (a segunda melhor nota dos NOM’s, sendo elas, seis ao todo) em determinada matéria, não a poderia estudar (a nota necessária é determinada pelo professor que lecionará).

Harry não tirou a nota determinada pelo Profº Snape (sim, é aquele que vive de preto e parece um morcego gigante) para estudar Poções em O Enigma do Príncipe, e por isso não comprou seu material para esta matéria. Contudo, ao chegar em Hogwarts (a escola), um dos primeiros avisos de Alvo Dumbledore (o diretor) é sobre as mudanças no magistério este ano. Severo Snape passaria a ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas (matéria por ele cobiçada desde que passara a trabalhar em Hogwarts), e Horácio Slughorn, Poções. Ao contrário de Snape, Slughorn permitia que os alunos que obtivessem a mesma nota que Harry pudessem aprender sua matéria, e emprestou o material necessário a este e a Rony enquanto eles encomendavam o que precisariam. Entre este material, estava o livro de Poções, que o de ambos era velho e pertencido a algum aluno de qualquer época que tenha estudado em Hogwarts. O de Harry estava todo riscado e rabiscado, e na capa aonde costumamos escrever nossos nomes nos livros, estava escrito “Príncipe Mestiço”. Mais tarde, Harry descobre que estes rabiscos eram atalhos para melhorar as poções e, alguns, feitiços inventados pelo antigo dono – o Príncipe Mestiço. Ele passa a seguir as instruções do Príncipe, e acaba se tornando o melhor aluno da classe de Poções – superando até mesmo Hermione!

Bom, explicado o título, vou então para outros pontos importantes da história.

Se você viu A Ordem da Fênix, deve ter notado que Lord Voldemort está de volta e, desta vez, todos sabem disto. O Ministro da Magia Cornélio Fudge é demitido – ou, como na versão dos filmes, se demite – e é substituído por Rufo Scrimgeour, mas ainda não tenho tanta certeza se este chegará a aparecer no filme. Apenas no começo da história, já ficamos sabendo da queda misteriosa da ponte de Brockdale no mundo dos trouxas, assim como um furacão completamente imprevisto. Ambos são apenas citados no livro, mas pelo que fiquei sabendo, serão a primeira cena do filme – o que significa que logo no começo já haverá bastante ação! Obviamente, a ponte que acabei de falar é a que aparece na primeira imagem deste post.
Para os bruxos, a causa destes dois “acidentes” que quase destroem o mundo dos trouxas, é simples: ambos são obras de um único ataque dos Comensais da Morte (os seguidores de Voldermort, para quem não sabe). O mundo está aterrorizado, um caos. Chovem problemas tanto para o governo trouxa quanto para o bruxo. Como se já não bastasse, em todo canto que se olha há uma enorme névoa gélida, e apenas frio e tristeza por toda a parte – apesar de estarem no meio do verão. Dementadores. Por conta disto, Dumbledore marca um encontro com Harry, ainda no começo da história.

Este encontro serve para três coisas: a primeira, ambos vão na casa de Horácio Slughorn, para convencê-lo a aceitar um novo emprego em Hogwarts – esta acaba se revelando uma utilidade dupla no meio da história –, e apesar de ele se recusar terminantemente, acaba aceitando a proposta após uma conversa com Harry, filho de sua ex-aluna predileta, Lílian Evans. A segunda, é que Dumbledore convida Harry a ter algumas aulas particulares com ele durante o ano letivo, cujo nestas, eles acabam por viajar em lembranças na Penseira (você deve se lembrar dela em O Cálice de Fogo), que acabam por revelar segredos chocantes sobre Voldemort. E a terceira, é que Dumbledore leva Harry à Toca (casa de Rony), aonde ele passa o resto das férias. Pelo que eu fiquei sabendo, haverá no filme uma cena que não havia no livro, nesta parte, cujo na qual há mais um ataque dos Comensais da Morte apenas no começo do filme. Mas não vou dizer mais que isso.

Mas agora vou abrir parênteses em relação a um personagem/ator que, se alguém aqui não está tão informado assim sobre Harry Potter, não deve ter entendido muita coisa. Sim, eu estou falando de Horácio Slughorn, o principal “personagem-revelação” de Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Horácio Slughorn era o professor de Poções de Hogwarts há muito tempo, e fora ele quem lecionou os pais de Harry, assim como os de Rony, Snape, e, até mesmo, Lord Voldemort. E está aí a segunda utilidade dele na história: em uma das aulas que Harry tem com Dumbledore ao londo do filme, este pede para que o primeiro consiga uma lembrança crucial de seu professor. A lembrança mais importante que Dumbledore já teria conseguido, assim como a lembrança mais importante da série inteira, se visto por este ângulo.

E, eu não sei se vocês estão lembrados de – ou se chegaram a assistir – As Crônicas de Nárnia: O Leão, A Feiticeira, e O Guarda-Roupa, mas Jim Broadbent (o ator que fará o Profº Slughorn) é o mesmo ator que fez o Professor Kirke, aquele velho barbudo dono da casa aonde havia o guarda-roupa que tinha uma passagem para Nárnia e que, assim como Slughorn, também tem uma história que precede a aventura dos irmãos Pevensie – o que não é comum nas histórias de Nárnia (e sim, eu li os sete livros desta história u.u) –, que pode ser lida em As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago. A prova disto você pode ver em dois lugares: no Google (obviamente) ou, mais simplesmente, na montagem acima.

Mas, voltando a falar de Harry Potter, no mesmo post que eu já citei sobre os melhores filmes previstos para 2009, eu disse que este era o mais esperado para este ano. Não, isto não é uma opinião minha, é apenas o fato mesmo. Em uma pesquisa não-me-lembro-da-onde, Harry Potter e o Enigma do Príncipe disparou em primeiro lugar, com mais de 50% dos votos. O segundo lugar, X-Men: A Origem – Wolverine, obteve pouco mais de 32%, um número bem pouco acima dos outros concorrentes que-nem-cheguei-a-saber-quais-eram.

Mas isso é uma coisa completamente explicável, já que o sexto filme da série deveria ter sido lançado em Novembro do ano passado. E uma coisa não dá para negar: sempre que algum Harry Potter chega aos cartazes, é barulho na certa. Contudo, nos meses que antecederam a prevista estréia do filme, O Enigma do Príncipe foi até um tanto silencioso, já que não saíra nenhum pôster oficial, nenhuma foto exclusiva, nenhum vídeo, nem nada; apenas um trailer que pode ser visto aqui. Após este trailer, a única coisa a ser lançada foi uma notícia: para a frustração dos milhares de Pottermaníacos (sim, eu sou um deles u.u), o filme havia sido adiado para Julho do ano seguinte!

Após isto, começaram a sair milhares de notícias quase que diárias sobre o filme. Fotos, milhares de fotos. Sneak-Peeks, vários Sneak-Peeks. Traileres, vários Traileres (cujo o último a ser lançado, e que muitos (eu entre eles) dizem ser o melhor de todos, pode ser visto aqui). Notícias, trilhares de notícias diárias, e não apenas sobre O Enigma do Príncipe como também sobre As Relíquias da Morte, seu sucessor, último livro da série e dois últimos filmes, já que será dividido em duas partes. De fato, as novidades foram tantas, que um fã-clube gringo chegou a mandar uma carta para a Warner Brothers dizendo para ir mais devagar, pois os computadores dos fãs já estavam quase sem memória, de tanta coisa sobre Harry Potter e o Enigma do Príncipe que eles tinham!

Enfim, se algum de vocês que leu este post não gosta de Harry Potter, peço muitíssimo que me perdoem, mas chega uma hora que é irresistível! Mas vou tentar me controlar... enquanto o filme não sai ;D

E, é com um grande pesar que eu tenho de dizer que o post termina aqui T-T

Eu sei, é esquisito, mas pensem: vocês também não adoram passar horas e mais horas, escrever páginas e mais páginas apenas falando de seu livro/série/artista/ídolo favorito? E além disso, ainda há tanta coisa que eu ainda não falei, e tantos assuntos que eu queria ter conseguido encaixar neste post mas não consegui! Como, por exemplo, as críticas aos efeitos de luz e imagem ao Harry Potter e o Enigma do Príncipe, referência a Tia Jô... enfim, muita coisa mesmo! Mas não se preocupem, se alguém aqui, mesmo depois deste post ENORME ainda quiser saber ainda mais novidades sobre o HP6, eu recomendo estes quatro sites, cujo vocês nunca se cansarão, pois há uma novidade por dia, praticamente, neles:

O Oclumencia, que é o site sobre Harry Potter que eu visito com mais freqüência;
O ScarPotter, que visito de vez em quando, mas eu garanto que também é muito bom;
O Potterish, que também é um dos melhores sites sobre Harry Potter, embora eu nunca consiga encontrar o link dele;
E o MuggleNet, que idem ao Potterish;

Enfim, tenham uma boa semana, e não se esqueçam que “é possível encontrar a felicidade mesmo nas horas mais sombrias, se a pessoa se lembrar de acender a luz”! ;) [/fãdemente]


(1HR #2) - Narcisos

24 de mai. de 2009

Quando assisti Piratas do Caribe no Fim do Mundo pela primeira vez, fiquei sedento em saber mais sobre deuses (por causa da Deusa Calypso, claro), e por conta disso peguei na biblioteca da escola um livro intitulado “As 100 melhores histórias da Mitologia Grega”. Obviamente, eu nunca consegui chegar ao fim do livro em nenhuma das três vezes que tentei. Mas não foi por causa do tamanho (já li livros bem maiores), mas sim por causa da desordem que era. Afinal, nele a história de “Prometeu e o Fogo Sagrado” vinha a mais de dez histórias após “A Caixa de Pandora”, sua sucessora; e já na metade do livro eu já não sabia mais diferenciar A Guerra de Tróia de A Guerra dos Titãs, se Afrodite era filha de Zeus ou irmã do bisavô dele, o Caos.

Mas se você não entende nada de Mitologia Grega, não se preocupe, pois o primeiro parágrafo foi apenas um parêntese inicial. Afinal, um dos contos do livro que mais me chamou a atenção (e também é um de meus favoritos) é o de “Eco e Narciso”, cujo a história eu vou tentar resumir aqui.

Zeus era o Deus Supremo (já vou avisando que esta é uma designação errônea), por assim dizer, e era casado com a corna e ciumenta Juno. Zeus vivia traindo Juno a cada dia com uma ninfa diferente, e em um dos casos, a tal ninfa pediu para sua amiga Eco ficar de vigia, e quando Juno apareceu (aliás, o nome da deusa inspirou o nome da personagem principal do filme homônimo, Juno), enfeitiçou Eco de modo que esta só pudesse repetir as últimas palavras que ouvisse. Eco acabou por apaixonar-se por um rapaz chamado Narciso, que vagava pela floresta, e este, por não entender direito o que a ninfa queria dizer, rejeitou-a. Eco se escondeu numa caverna e definhou, se tornando parte dela e sempre repetindo tudo o que chegava a seus ouvidos. Já Narciso, tinha nascido com uma maldição de que nunca poderia ver seu próprio reflexo e, ao mirar-se pela primeira vez num lago, apaixonou-se por si mesmo e nunca mais saiu daquele lugar, chegando a definhar e se tornar uma flor – uma flor narcisista, que está sempre a se admirar às margens de algum lago. Fim.

Para ser franco, eu só descobri o que era “narcisismo” depois de conhecer este conto, e eu duvido que você sabia que a palavra se originou desta mesmíssima história que eu acabei de contar – ou pelo menos foi isto que me disseram.

Mas como você deve estar sabendo, o narcisismo é a “paixão por si próprio”, mas, se for procurar no dicionário, vai encontrar apenas “qualidade de narciso”, que, por sua vez, significaria “homem muito vaidoso”. E está aí mais uma prova do quanto as palavras se contradizem, afinal, segundo o dicionário, “vaidade” seria, de certa forma, “ilusão”, embora o correto (ou pelo menos o mais conhecido) seja “vício na própria aparência”. Nesta viagem gramatical, vou dar ênfase a uma parte disto tudo de insignificância crucial: afinal, se vaidade é ilusão, qualquer pessoa que se preocupa demais com a aparência está se iludindo ao pensar que está linda, sendo, conseqüentemente, feia (?).

Mas não se preocupem, afinal, acho que a “ilusão da vaidade” dos dicionários está mais no fato das pessoas passarem horas usando pentes, escovas, potes de gel, pomadas, corretores de espinhas, cremes e etc. para, no final, se gabarem de uma beleza que não é delas de verdade. e está aí mais um motivo de eu preferir ser narcisista a vaidoso: afinal, o narcisista ama a própria aparência, seja ela natural ou não.

E antes que eu já consiga arrumar briga com este post, já vou avisando que não tenho nada contra pessoas vaidosas – embora eu não seja uma delas –, assim como também não tenho nada contra dicionários (xD), apesar de todas as crises. Afinal, são eles que me salvam de inúmeros apuros na hora de escrever – e me botam em outros quando estou na dúvida em relação a alguma palavra e me façam perder horas às vezes para achar um sinônimo que faça sentido.


Enfim, viva a vida naturalmente e não se prenda tanto só às aparências, seja você vaidoso, narcisista, ou o Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (embora eu acredite mais que, com base no último post (“Uma Hora”), a moral deste post que acabe entrando na sua cabeça esteja mais para “Não confie no Aurélio” o.õ) ! ;D

Uma Hora

23 de mai. de 2009

Meia-noite e meia.

Minha mãe me expulsou do computador há pouco menos de meia hora, lá pela hora em que a Cinderella fugia do baile porque era incapaz de se arrumar sozinha e, por conta disto, ficou endividada até o toba com uma mulher baixinha e charlatã que se dizia voadora e Fada Madrinha – éssa fada! . isso me lembrou de um trabalho de Leitura que tive de fazer modificando a estória da Branca de Neve. Era para ser uma estória curta, quase um resumo – a minha resultou em oito páginas. Fiz a personagem principal levar um Boa-noite Cinderella de uma vendedora, levar um transplante de coração, e morrer no final ao bater a cabeça após levar uma rasteira de sua madrasta. Bem, a professora mandou ser atual e real.

E fico imaginando por que as personagens de estórias infantis são tão ingênuas. Os pais não deixam que seus filhos pequenos vejam filmes com cenas de sexo, mas permitem que seus pirralhos vejam belas moças sendo trancadas em torres, envenenadas, sufocadas, seqüestradas, assaltadas e várias outras barbaridades. As morais das estórias costumam ser sempre coisas do tipo “não aceite coisas de estranhos” (embora as protagonistas confiem plenamente nos príncipes, que também são completos estranhos que surgem do nada), “nunca desobedeça seu responsável”, e etc. Mas eu acho que com estas estórias, as morais mais fáceis de se infiltrar na cabeça das crianças são “Nunca confie na Rainha” ou “Odeie sua madrasta até a morte – a dela, de preferência”. Isso é coisa que se diga/mostre a uma criança?

Enfim, agora a Branca de Neve está presa dentro da minha mala escolar, junto com vários cadernos, livros, apostilas, um estojo, as carteirinhas de entrada e da biblioteca da escola, uma blusa, um boné, papéis e provas amassados, e um mp3. Infelizmente, eu apaguei todas as músicas do último, e agora só há nele currículos e coisas aleatórias da minha irmã e textos enormes que tenho de resumir sobre os anos 50 para um trabalho de Geografia. Tenho de resumir pra caraca estes textos e ainda passar para umas quatro ou cinco cartolinas, sem falar da revisão que tenho de fazer num texto escaneado em detalhes desde 1500 pra cá (POR QUÊ, meu Deus, se o trabalho é de 1950 a 1959? Juro que um dia ainda mato as pessoas do meu grupo!) e arrumar um jeito de passar as imagens que devem acompanhá-lo do computador da minha amiga para um disco removível e imprimir em alguma lan house qualquer. Tudo isso já para a semana que vem! Só de pensar nisso já dá uma preguiça, uma desanimação... Vou enrolar o máximo que conseguir para fazer isso.

Porra, como será que as pessoas sempre conseguem transformar um trabalho na coisa mais chata e insípida possível? Tá certo que minha paixão sempre foi escrever, mas uma coisa é escrever sobre opinião, poesias, estórias; outra coisa é relatar a política de cinqüenta anos atrás (sendo que eu nem estava lá!). Eu disse para pegarmos mais o lado da cultura da época, mas ninguém me escutou. Acho que as 970785487356578091 pessoas com quem tive contato a minha vida inteira estavam certas – eu nasci e vivo para e pela a Arte.

Não sei se isso é egoísmo de minha parte, mas quando páro para pensar, não consigo negar meu talento artístico: já fiz amigos meus chorarem com minhas poesias, pessoas me confundirem com fakes por causa de minhas fotos, e, principalmente, já me disseram que minhas estórias são como Crepúsculo – quando se começa a ler não dá mais pra parar. Eu nunca gostei de me sentir egoísta, mas sempre adorei me exibir – acho que isso faz de mim um narcisista. Mas, também, quem neste mundo não é assim?

Uma e meia.

O pão, a mexerica e o refrigerante que fui comendo/chupando/bebendo enquanto escrevia acabaram. A folha também já está acabando. Acho que vou ter de abrir vários parênteses e reticências para este post depois. De certa forma, me sinto analógico a Crepúsculo; afinal, quando começo a escrever não consigo mais parar.

Tenho de aprender a controlar isto.

Nickelodeon -- Bons Tempos...

22 de mai. de 2009

Estava eu assistindo TV distraidamente hoje quando, do nada, começou a passar um videoclip dos anos 90 do Blur que, por um acaso (apesar de eu nunca ter ouvido nenhuma música do Blur, que eu saiba), me lembrou de uma fase minha de algum tempo atrás, marcada por um comercial cujo a trilha sonora era essa mesmíssima música (Boys and Girls). Lembrei-me, então, de uma outra música que eu nunca cheguei a saber o nome, do REM, que costumava passar num comercial antiguíssimo da Nickelodeon, um canal infanto-juvenil que eu assistia pra caramba antigamente mas que, agora, não assisto mais tanto assim por dois motivos: o primeiro, porque minha multicanal é gato, de modo que não está mais funcionando; e o segundo, porque a programação caiu muito desde aquele tempo.

Eu comecei a procurar sobre a Nick, então, para ver se achava a trilha sonora dos comerciais, quando me deparei no Google com um artigo da Wikipédia sobre o canal, e cliquei. E foi aí que descobri coisas nostálgicas e chocantes (pelo menos para mim), e por isso vou dividi-las com vocês aqui.

Tudo começou em 1977 (sim, em 1977! Meus pais não tinham nem dez anos nessa época!), quando a Warner Amex Cable criou um sistema chamado QUBE, de canais interativos, cujo entre eles estava o “Pinwheel”, que durou até 1985, quando foi comprado pela MTV Networks (isso explica muita coisa, afinal, quando eu era menor meu canal favorito era a Nick, e agora, a MTV. Alguém mais sacou a destinação anexa?), e passou a ser chamado de Nickelodeon. Foi nesta época também que a Viacom comprou a MTV e todas as redes desta, de modo que a Nick foi obrigada a mudar seu logotipo para a enorme bola laranja que vemos até hoje. Em 1986 foi lançada a primeira premiação do canal, que também vemos até hoje, chamado Kids Choice Awards!

Começaram, então, as eras da Nick. A primeira foi de 1990 até 1995, que é a Era do Nick GAS. Nesta época fora lançado o Snick, programa que exibia os até hoje conhecidos Kenan & Kel, Clarissa Sabe Tudo, Primo Skeeter, e Taina. Foram lançados, ainda, os GameShows Double Dare, Nick Arcade, Global GUTS, e Lendas do Tempo Perdido, além dos primeiros Nicktoons: Doug, Rugrats , e Ren e Stimpy.
Mas para mim, a melhor época foi a Era dos Nicktoons, que foi de 1995 a 2000, e o canal passou a incluir os desenhos A Vida Moderna de Rocko (... até hoje eu rio do trocadilho com o nome do Felizardo, o nome do tatu-bolinha (aquilo é um tatu, né?) azarado), Os Castores Pirados (que eu sempre assistia antes de ir para a escola. Um episódio que eu nunca vou me esquecer é o do ataque das sanguessugas...), AAAHH!! Real Monters (que eu nunca ouvi falar), KaBlam! (idem ao Real Monsters), Catdog (que eu me lembro da música até hoje! “Sozinho no mundo, um amigo catdog... catdog... (8’ “), Os Padrinhos Mágicos (que eu enjoei quando começou a passar também na Fox Kids, Disney Channel e Globo), e os três que mais me marcaram: Hey Arnold! (o favorito da minha irmã e do meu pai), Ginger (meu favorito, que eu acordava dez horas da manhã só para assistir), e Rocket Power (que apesar de eu já ter enjoado um pouco, foi o primeiro Nicktoon que eu assisti).

Não posso negar que a Era Teenick também foi legal, mas acho irritante o fato de vários dos melhores Nicktoons terem sido extintos nessa época, que foi de 2000 a 2005. Nesta época a Nick fez um acordo com a Unicef para criar vinhetas que representam a ajuda ao planeta e, também, foram estreiadas várias séries, como Drake & Josh (que eu até gostava, mas já até enjoei), Zoey 101 (que eu gosto até hoje), Normal Demais (muito bom, mas quase extinto) e Dando Uma Geral (nunca ouvi falar).

E chegamos, então, na Era Atual, na qual a Nick voltou a trabalhar com Nicktoons. Mas, infelizmente, não são os mesmos de antes como os inesquecíveis Doug, Ginger, Rugrats, Os Castores Pirados, e etc., mas sim alguns que eu não suporto nem ouvir falar (não sei se é por causa da sensação de substituição ou porque é muito ruim mesmo, mas enfim...), dentre eles Família X, Tak e a Magia de Juju, Escola Wayside, e El Tigre: as Aventuras de Many Rivera.

Não sei se vocês gostam ou gostavam tanto assim da Nick quanto eu, ou se pelo menos assistiram, ou, se também preferem mil vezes a Era dos Nicktoons (ou “...dos Velhos Tempos”, como eu e minha irmã a chamamos), ou se toda essa nóia minha é mais uma daquelas coisas que todo mundo tem de, tipo, “...os da minha época eram melhores. Não se faz mais nada como antigamente...”, mas não importa quanto tempo passe e o que vier pela frente, eu continuarei a defender os antigos Nicktoons e, principalmente, torcendo para que um dia eles voltem! ;)

Um dia sem estresse

20 de mai. de 2009

A postagem mais recente que vocês deveriam encontrar aqui deveria ter sido posta ontem. Porém, assim que terminei de escrever o post, eu, perfeccionista como ninguém, apaguei logo em seguida achando que estava uma porcaria. Sendo assim, vou tentar retomar o caminho do post de ontem.

Dezenove de Abril, um dia maravilhoso. Por quê? Simples, faltei na escola. Tudo bem, isto é uma coisa normal para qualquer um, principalmente para mim que consigo quebrar recordes em faltas. Contudo, eu não falto um único dia na escola há cerca de dois meses – um recorde que inventei. Mas agora vou explicar o motivo de meu dia ter sido tão bom ontem. Não, eu não estive com ninguém em especial, não fui à estréia de nenhum filme e, para dizer a verdade, eu nem sequer saí de casa. Talvez você entendam do que estou falando até o fim do post.

Um dia antes eu já estava planejando não ir para a escola ontem, mas como estava em dúvida, coloquei o celular para despertar às nove e meia do mesmo jeito, como de costume (embora eu só entre na escola quase uma hora da tarde). Eu sempre coloco mais quatro lembretes no meu celular (um às nove e trinta e três, nove e trinta e cinco, nove e trinta e sete, e nove e quarenta), para me irritar tanto a ponto de eu levantar simplesmente por estar puto com meu celular. Porém, meu celular mal começou o primeiro “tan”, e eu já me estressei e desliguei o celular – vocês não acreditam em como é bom poder fazer isso sem se preocupar com perder a hora na escola ou qualquer outro lugar!

Tornei a acordar apenas uma hora da tarde, em ponto. Era tão bom imaginar que enquanto eu ainda levantava da cama e calçava meus chinelos, centenas de pessoas que costumam estar ao meu redor começavam a quebrar a cabeça na primeira aula da escola. O resto do dia correu tão inútil quanto poderia ser – não fiz mais nada além de ler Harry Potter e o Enigma do Príncipe lá pela quarta vez ([spoiler] aliás, estou quase no fim, já na parte da caverna [/spoiler]) e, lá pro meio da tarde alguns brigadeiros com um chocolate meia-boca e granulado colorido. Apenas agora reparei em quanto tempo não comia brigadeiro! E fazer, então? Acho que não fazia um desde que eu tinha uns cinco anos...

Mas, enfim, voltando ao assunto... ainda ajudei minha irmã a pegar uma música da minha conta do computador para o celular dela (If U Seek Amy, para ser mais exato) e, à noite, como a internet estava funcionando como um cu ambulante desregulado (?), eu decidi ler mais um pouco, e acabei por adormecer. Quando acordei era quase meia-noite, e de madrugada fui tirar foto para pôr no Orkut (para quem estiver a fim: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mp&uid=8922388957506220125 ); mas, enfim, vou tentar chegar logo aonde eu quero chegar. Afinal, eu não fiz um blog para ser um diário, caso o contrário, era mais fácil ter comprado um caderno, vocês não concordam?

Não tenho a menor idéia de como transmitir o que eu quero dizer a vocês, mas um dia eu chego lá. Afinal, não sei se vocês tem a mesma mania de eu de, parar DO NADA e começar a imaginar o que deve estar acontecendo neste exato momento em qualquer parte do mundo (aposto que pelo menos umas mil e quinhentas pessoas estão sendo assaltadas, e um milhão sendo chifradas, mas enfim...), mas o que interessa é que mais da metade do mundo estava se estressando enquanto eu comia brigadeiro. Enquanto um monte estava presa no trânsito, gritando e berrando num meio enorme de poluição e escapamento de carro, eu observava o céu estranhamente azul para São Paulo, procurando formas em nuvens que despareciam no horizonte. Aposto que o resto do meu grupo para o trabalho de Geografia estava se estressando tentando se organizar naquela bagunça mal-planejada enquanto um vento incrivelmente frio gelava-lhes os ossos, e eu ali enrolado num cobertor na cama, lendo um de meus livros preferidos, no maior silêncio e calma do mundo (...tirando o fato de minha irmã estar ouvindo Funk e Pagode no último volume lá na sala, e minha vizinha gritando com a filha dela), sem gritos e nem poluição sonora, sem ficar surdo a cada segundo que passasse, como é comum hoje em dia. Com apenas minha mente funcionando e eu, como sempre, desligado do mundo...

Mas então, espero que vocês tenham entendido o que eu quero dizer. E, se não entenderam, tentem ficar um dia como eu, completamente longe da tecnologia e de algumas pessoas, apenas lendo (se você gosta de ler) seu livro favorito ou ouvindo sua música predileta. Não pensem em problemas (se for possível, porque, eu não vou negar, eu nunca pensei que um dia fosse conseguir ficar tanto tempo sem pensar nestas coisas...) e tente não fazer mais nada além de comer o que você gosta (contanto que não seja muito trabalhoso fazer essa coisa) e brisar. Viver um dia, como diriam os hippies, apenas de Paz e Amor ! ;)

Déjà vu

16 de mai. de 2009

Muito se fala sobre Déjà vu, uma palavra completamente gramaticalmente incorreta, devido ao motivo de haver dois acentos na primeira palavra e nenhum em sua sucessora (?). Contudo, eu tenho quase certeza de que você não sabe o que isto significa, de fato.


Déjà vu (meu Deus, é um sufoco escrever essa palavra!) vem do francês (por isso que desrespeita completamente o português) e significa, literalmente, “já visto”. Contudo, esta palavra é bastante confundida entre seus irmãos, Déjà vécu, Déjà senti e Déjà visité, cujo sobre os quais eu vou falar mais adiante.

Para explicar o Déjà vu, antes tenho de explicar as três leis deste, por Wesley S. Abreu:

-- A primeira: o Déjà vu tem que estar acontecendo exatamente no mesmo instante da ação (ou seja, se alguém entendeu esta primeira, parabéns o.õ)
-- A segunda: um Déjà vu nunca acontece duas vezes da mesma maneira. Ou seja, se você tem a sensação de que algo já aconteceu, não há chances de você ter esta mesma sensação com esta mesmíssima situação; caso contrário, isto não é um Déjà vu.
-- E a terceira: também não é considerado Déjà vu, quando a pessoa tem a sensação e sabe o que vai acontecer logo em seguida – existem inúmeras outras explicações para isto, e cada uma em um ramo diferente da ciência.

Contudo, não há nada de muito complicado nesta sensação estranha, afinal, a mais fácil maneira de identificar um Déjà vu de verdade é esta mesmo: a sensação de estranheza. Esta é a primeira coisa que uma pessoa sente enquanto e depois de ter um Déjà vu, pois, ela sabe que esta situação (seja lá qual for) já aconteceu, mas não sabe dizer quando, onde, e nem mesmo como aconteceu. Ela não sabe de nada que comprove que isto já tenha acontecido, simplesmente sabe que aconteceu. Mas, antes que qualquer um pense isto, quem tem Déjà vu não é louco, psicótico, ou tem distúrbios mentais. Na verdade, mais da metade da população já passou por isto, o que comprova que é uma coisa comum e que pode (e acontece) com todos e qualquer um.
Mas agora vou “ensinar-lhes” a diferenciar um Déjà vu de sua família. Como eu já disse, um Déjà vu acontece apenas quando se tem a sensação de que alguma situação já aconteceu, sendo seguido pela sensação de estranheza. Enquanto o Déjà vécu (que significa “já vivido assim”) é a sensação de que já fizemos ou dissemos o que acabamos de dizer ou fazer, ou, também, que já estivemos rodeados por estes objetos, caras ou circunstâncias que nos rodeiam neste exato momento.

Ao contrário dos outros, normalmente a pessoa não se lembra mais tarde após ter um Déjà senti (que significa “já sentido”, embora eu ache que vocês já deduziriam sem eu nem precisar ter traduzido). Neste caso, a pessoa tem a sensação de que já sentiu o que está sentindo no presente momento (obvio ._.’), e isto é ocasionado pela simples lembrança de um dia já ter dito ou feito o que estava prestes a dizer ou fazer. Por exemplo, a pessoa lê num livro o começo de uma frase, e sem nem terminá-la, consegue terminá-la mentalmente como se já a tivesse lido, mas isto nunca ter acontecido e a pessoa não ter a menor chance de saber o que viria a seguir na frase. Isto acontece também quando ela diz alguma coisa e se lembrar de já tê-la dito, embora não saiba quando, como, nem onde, e, em dois minutos, já ter esquecido tanto de da frase quanto da lembrança. E uma coisa eu vou assumir: desta “família”, o parente que eu achei mais bizarro foi esse, embora me aconteça direto o.õ

Déjà visité eu tenho certeza de que já deve ter acontecido com você pelo menos uma única vez na vida! Afinal, esta sensação, que significa “já visitado”, é a sensação que temos quando vamos a algum lugar pela primeira vez, mas temos a certeza de que já estivemos nele antes, embora sabemos que nunca estivemos lá. Várias ciências explicam isto como você já ter sonhado com o lugar (o que eu acho bem provável, já que, certa vez, eu até cheguei a perguntar para minha mãe e minha irmã: “Sabe quando a gente acorda e sabe que sonhou, mas não se lembra do que sonhou? Será que quando temos a sensação de que algo já aconteceu, não significa que isto é o que aconteceu no sonho que não nos lembramos? Porque, tipo, a sensação de um Déjà vu (isto foi antes de eu conhecer as diferenças de termos) é parecidíssima com a sensação que temos quando presenciamos algo que sonhamos alguma vez.”, embora eu tenha questionado de uma maneira bem menos formal, embora eu não me lembre direito da linguagem que usei agora.), reencarnação, e até mesmo “viagens” cujo nas quais você deixa seu corpo (provavelmente inconsciente) e sua alma passa a vagar por aí, e provavelmente já ter passado por este lugar. Mas podem ficar calmos, pois nenhuma teoria foi comprovada ainda o.õ

Além destes, há ainda o Jamais vu (preciso traduzir ainda?), que pode acabar sendo associado à alguns tipos de amnesia e epilepsia, embora muita gente que não sofre de nenhum dos dois problemas também já tenha passado por isto. Afinal, esta é a sensação de certa coisa nunca ter acontecido antes. Ou seja, por exemplo, você saber (ou ter um bando de testemunhas disto) que você fez ou disse algo, mas não se lembrar de ter dito ou feito. Simplesmente saber disso.


Depois de tudo isso, acho que já nem tenho mais o que dizer, né. Apenas peço que leiam este post com atenção, parando para pensar após cada parágrafo: afinal, todo mundo já passou por alguma destas situações, e aposto que não foi só uma vez. Eu que o diga, que por eu sentir com tanta freqüência estas coisas, meus amigos dizem que vivo em outro mundo o.õ Mas, para não fechar em branco, direi-lhes apenas uma coisa:

Lembre-se, afinal, ser estranho é extremamente normal! ;D

Ausência pode ser sinônimo de CéLebro Derretido o.õ

14 de mai. de 2009

Vida muito agitada é uma droga – principalmente quando você tem pré-planejado um bando de coisas para fazer e, no final, acaba por não fazer nada. Sim, esta é a explicação do por quê que eu não posto aqui no blog há quase uma semana. Contudo, eu tenho sorte de ter deixado pelo menos três enormes, curiosas e, até aonde eu sei, boas postagens para vocês, que ainda não viram, lerem enquanto eu não posto nada.

E, pela, milésima vez, venho pedir-lhes desculpas por um post medíocre. Mas desta vez não vou culpar o mundo inteiro por ser tão chato e sem notícias, maas sim eu mesmo por minha falta de empolgação em postar aqui ultimamente – e também à internet por eu não encontrar nenhuma fonte de notícias detalhada. Afinal, não posso negar que encontrei algumas coisas que me foram levemente interessantes esta semana, e alguns exemplos deles são o fato de o Google ter se auto-denunciado ao colocar em sua lista de pesquisas erros da própria empresa – até aonde eu sei, por acidente – e os dois novos iPods que a Apple pretende lançar até Junho deste ano. Eu até pensei em dizer sobre isto aqui no blog, mas não encontrei informação o suficiente para caber num post, então, vocês vão ter que esperar um pouquinho para eu poder postar algo sobre estas duas novidades aqui – ao menos que você queira ir pesquisar em algum outro site, afinal, você está numa internet livre ;D


E, bem, vejamos, se eu passar mais algum bom tempo sem postar aqui, pelo menos todo mundo já sabe o porquê agora – afinal, estamos no final do bimestre, época em que os professores se aproveitam de nossas mentes ingênuas (?) para derreter nossos cérebros de tanto estudar (?). Mas uma coisa até hoje eu ainda não sei: porque diabos todos (ou pelo menos a maioria) os professores esperam o bimestre acabar para “avaliar” a gente? Eles não já tiveram dois meses para passar provas e trabalhos e etc.? Poxa, isto deve ser um sinal de que eles adoram mesmo ver-nos “sofrendo” com tanto trabalho para fazer! Se você não concorda comigo, aposto como a desculpa que veio em sua mente em primeiro lugar foi “eles fazem isto para saber o quanto nós aprendemos nos últimos dois meses” ou “para dar nota”, mas eles já não usam essa mesma desculpa para a lição de casa que eles passam todo santo dia? E o descanso, aonde fica nessa? Já não basta quase seis horas na escola “estudando” (ou lixando a unha, fofocando, conversando, ficando, colando, ou bagunçando, como muita gente que eu conheço...).

Tudo bem, tudo bem, nós já temos o fim de semana para descansar – mas a maioria das pessoas aproveita o fim de semana para sair da prisão e sair, viajar, etc., não é? E será que só eu reparei que no final do bimestre também é quando tudo começa a ficar mais interessante e fica mais difícil prestar atenção nas aulas e nos trabalhos que estamos fazendo? Afinal, é nesta época que todo mundo aproveita para arrumar o maior barraco, ou acontecer alguma confusão cheia de detalhes – pois muita gente só presta atenção em detalhes na hora de fofocar, porque para ler livros, filmes e etc., isto é uma coisa rara. E por falar nisto, peguei o livro do Harry Potter e o Enigma do Príncipe na biblioteca da escola para ler pela terceira ou quarta vez (nem lembro mais) (quem se importa?).


Mas, enfim, já estou começando a me perder no assunto. E, bem, se você não é estudante, desculpe-me por este post que provavelmente não deve ter-lhe interessado nada. Eu simplesmente aproveitei a referência para duas coisas úteis: a primeira, aumentar o conteúdo do post, e a segunda, aproveitar o momento e dizer algumas coisas estranhas sobre como funciona (isso se funciona) algumas bizarrices da escola. E, bem... apenas não levem este post tão a sério o.õ Como tudo o que eu citei antes, prometo voltar no assunto qualquer dia desses de uma maneira mais minuciosa e, de preferência, que faça mais sentido.

Mas até lá, tente não derreter seu cérebro – mais do que o normal ;D

Fan Fictions

9 de mai. de 2009

Você sabe o que é uma fic? ;D
Se sua resposta for não, continue a ler. Se sua resposta for sim, eu lhe aconselho a ler do mesmo jeito, embora você esteja dispensado (a) de ler este parágrafo.
Fic é uma abreviação de Fanfic, que por sua vez, é uma abreviação de Fan Fiction, termo inglês que significa “Ficção criada pelos fãs”. O que quer dizer que é uma história criada por fãs de alguma saga (animes, Harry Potter, mangás, etc.) publicada normalmente na net sem fins lucrativos e que, também, não interfere nem um pouco no enredo original da história. Uma Fic é então, por assim dizer, mais uma forma de os fãs poderem “entrar” e se “relacionar” melhor com o universo criado por sua história.

Contudo, nem sempre Fic é um termo que signifique apenas histórias baseadas em outras histórias. Há muitos bons escritores desconhecidos por aí – a maioria dos que eu já vi são adolescentes, mas ok, né – que na hora de “publicar” suas histórias pela net, as chama simplesmente de “Fic” por inúmeros motivos – costume, mais rápida e fácil compreensão para quem for ler, apatia pelo termo “livro”, etc.

E, mesmo que você já saiba o que é uma Fic ou não, aposto que você não sabia que existem vários termos dedicados a este “novo gênero literário”, e vou falar sobre a maioria das que encontrei aqui:



São chamadas Doujinshi, as Fics que tratam sobre animes e/ou mangás, como um Fanzine, só que a única diferença é que o Doujinshi não precisa ter, obrigatoriamente, ilustrações – pode ser apenas escrito mesmo.

Um outro que eu achei particularmente interessante se chama Mary Sue, que são um formato mais “açucarado” de Fics, com linguagem melodramática, romântica ou de novela. O nome foi inspirado na Tenente Mary Sue, de Jornada nas Estrelas, que é vista como “o personagem principal perfeito” para este gênero.

Darkfic e Deathfic são outros gêneros que me interessaram, sendo o primeiro um tipo de Fic cujo a história se passa num ambiente sombrio, abundante, angustiante e depressivo, e o segundo, é um tipo no qual os personagens principais morrem.
O tema principal de Slash são os relacionamentos tanto amorosos quanto de amizade. Slash significa “barra”, e este nome é porque normalmente os nomes das Fics deste tipo são os nomes dos personagens principais separados apenas por uma barra – por exemplo: Spock/Kirk; Rony/Hermione; Baromir/Aragorn.
O Fanon, apesar de não me interessar muito, também me parece curioso, pois, são Fics que tratam dos mesmos assuntos da obra original, e cujo a própria Fic se tornou tão popular quanto a própria obra.Lemon e Orange são dois gêneros estranhos, especialmente no nome (que eu ainda não entendi por quê uma se chama “Limão” e a outra “Laranja”, mas enfim...). A primeira trata de cenas de sexo detalhadas entre homens, e a segunda, entre mulheres.

E estas me pareceram um tanto familiar com Yaoi e Yuri, embora estas me interessem um pouco mais do que as outras duas, já que Yaoi é um romance entre homens, e Yuri, entre mulheres. Shonen-ai e Shoujo-ai são a mesma coisa (pelo que entendi), embora a única diferença é que a história é bem mais leve.

Hentai (que eu aposto que todo mundo já ouviu pelo menos falar!) são Fics com cenas de sexo, e Citrus (só eu percebi o vício dessas criaturas por frutas cítricas? (Cítrico, limão, laranja...)), Fic de romance adulto que pode (ou não) conter cenas de sexo.
Canon é outra curiosa, que refere-se a Fics que são realmente fiéis às histórias, principalmente quando diz respeito a casais e caracterização dos personagens. Enquanto Oneshot são as compostas por apenas um capitulo, seja ele pequeno, ou longo e detalhado, dividido em várias partes.

E há mais duas que eu gostei da ideia: as Songfics, que é acompanhada por uma música ou trilha sonora escolhida pelo autor(a); e a U. A. (Universo Alternativo), que é quando os personagens se encontram em um mundo diferente do descrito na série original.
E uma outra coisa que eu aposto que você não sabia sobre as Fics, é que elas também podem ser classificadas por censura: G, T, PG, e R.

Fics G são aquelas livres para todos os públicos, mas são divididas em mais dois tipos: K e K+ (ou seja, “Livre” e “Livre, mas não recomendada para menores de 9 anos pois pode conter linguagem inapropriada”). As T (ou NC-13, ou PG-13) não são recomendadas para menores de 13 anos, por causa da linguagem grosseira e algum tipo de violência. As PG (ou PG-15 ou NC-15) não são recomendadas para menores de 15, pelos mesmos motivos da T e por ter leves cenas adultas. Enquanto as R (ou PG-17, ou NC-17, ou M/MA), não são recomendadas para menores de 17 anos por causa da linguagem e modo de vista explícito e detalhado adulto, assim como cenas de violência explícita.
E, para aqueles que tiverem lido a postagem até aqui e não absorveram nada, vou lhes avisando que nem todas as Fics são ruins e que, se você acha isso, é porque realmente precisa procurar direito. Na verdade, há muita gente por aí na net que escreve como um verdadeiro e bom autor, mas seu único problema é a falta de renome. E tudo bem que às vezes pode até ser meio chato ler na net, mas se você souber o que está lendo, posso garantir-lhe que pode estar valendo a pena ! ;)

Só pra isso aqui não virar moradia de aranhas ;x

7 de mai. de 2009

Bom, espermatozóides vencedores que estão lendo esta postagem neste exato momento... Não vou mentir. As novidades simplesmente não estão a meu favor ultimamente – afinal, só se fala da doença do filho da Claudia Leitte, do castelo mínimo de apenas cinco milhões de reais que o político lá esqueceu de mencionar – afinal, qualquer um pode se esquecer que tem um castelo gigantesco perdido por aí, não é? –, gripe suína, etc.

E não vou mentir, novamente: esse tipo de notícia não me interessa nenhum pouco. Afinal, é triste saber que há tanta gente por aí querendo fugir para Hogwarts e há um cara por aí com uma escondida no bolso; assim como eu também não me importo com os problemas das “celebridades”, apesar de a Claudia Leitte ser muito simpática – afinal, o problema é dela, não é? – e, falar da desgraça dos outros também não é algo que me agrade muito – sim, essa é a parte em que eu cito a gripe suína.

E sim, eu pesquisei o máximo que eu pude, até mesmo no botão de “Notícias” do Google que eu aposto que muita gente nem sabia que existia. E novamente sim, estes foram os únicos tipos de notícias que eles tiveram a me oferecer. Mas não estou reclamando e nem algo do tipo, isto é apenas uma referência ao quanto o mundo está sem sorte e sem notícias muito alegres ou interessantes ultimamente. Contudo, prometo que assim que eu achar algo bom mesmo vou postar aqui imediatamente, e que vocês não se deixem levar apenas por minhas postagens falando da falta de graça global, afinal, é melhor eu deixá-los avisados do porquê que eu não tenho postado nada muito interessante ultimamente do que passar séculos sem nada a dizer e depois voltar sem nada que preste a dizer – pois a pessoa com quem estamos “falando” deve vir sempre em primeiro lugar (:

Abaixe as calças você também ! ;D

6 de mai. de 2009

Não, você não leu errado xD

O que estou falando hoje é do No Pants Day, uma manifestação que ocorreu em alguns metrôs na Zona Oeste de São Paulo dia dezesseis de Abril – e que acontece anualmente em grandes países da Europa e nos Estados Unidos, aonde surgiu. Se você não sabe do que eu estou falando, ou está procurando uma resposta do por quê que você viu um bando de bundas no metrô neste mesmo dia, não se preocupe, eu explico.

A combinação de como aconteceria o No Pants Day aconteceu por toda a internet, em sites de relacionamento e etc., e os organizadores da manifestação anunciaram que os participantes foram 513, embora ninguém tenha muita certeza de quantas pessoas haviam realmente. Tudo isso foi feito para defender a alegria, a liberdade de expressão, uma melhor qualidade de vida e o conforto.

O mais interessante é que aposto que muita gente esteve desconfortada diante deste manifesto: afinal, o que você faria se estivesse lendo seu jornal no metrô e do nada aparecesse um monte de bundas na sua cara? Ok, vamos combinar que seria uma situação bastante engraçada, e eu até que concordaria em participar do manifesto – mas que seria estranho, seria. E agora, analisando os motivos do No Pants Day, não podemos negar também que tudo fica bem mais “alegre” e “confortante” quando se está sem calças – apesar do ventinho incômodo que deve vir nas parte baixas -- não é? Mas se alguém entender o que isso tem a ver com uma melhor qualidade de vida, me avise.

Outra coisa legal é que isto é um manifesto pacífico, ou seja, não teve encrenca com a polícia, brigas, passiatas que parem ruas ou avenidas principais, nem nada, simplesmente chamou a atenção para o manifesto – que era no que um monte de protestos deveria se basear, principalmente – e não apenas para as roupas de baixo, coisa cujo pela qual, até aonde eu fiquei sabendo, os organizadores se preocuparam um pouco – as roupas íntimas que chamassem atenção demais. Mas, por sorte, não houve confusão nenhuma, e dizem que no Orkut já se está discutindo qual será o tema do próximo manifesto.


E eu até esqueci de falar sobre o tema do No Pants Day, que eu não posso negar que é um tanto cômico quando se lê pela primeira vez: “Viva o conforto. Abaixo às calças no metrô” – afinal, os caras levaram o próprio tema no sentido literalmente. Então, não se desconforte, abaixe as calças e seja feliz! ;D

Aonde estão as notícias ??

5 de mai. de 2009

Pois é, aí está o motivo de eu não ter postado nada aqui no blog nos últimos dias. Afinal, sobre o que eu deveria postar num blog sobre opinião e novidades, se não há nenhuma novidade para sobre a qual opinar? Daí você me diz: e a vitória do Corinthians? E a gripe suína? E as novidades que há todo dia no mundo da música? E O RONALDO??

E agora eu lhe respondo: e desde quando isso é novidade?

Enfim, desde a última postagem eu venho anotando mentalmente os assuntos cujo sobre os quais eu poderia falar: criptozoologia, esoterismo, dices de música, livros e filmes, televisão, modernidade, entre várias outras loucuras que foram passando pela minha cabeça – afinal, assuman, quem nunca brisou o suficiente a ponto de encontrar expressões faciais em tomadas, carros, etc.?

Mas isso não tem mais nada a ver com o assunto. O que eu queria era voltar com uma ótima e grande matéria para a segunda-feira, mas como não achei nada que se comparasse aos “vampiros” ou aos “filmes previstos para 2009”, este dia também acabou passando em branco. Isso sem falar no feriado do Dia do Trabalho, que eu prometi a mim mesmo procurar sobre para postar aqui, mas só de pensar nisso já vinha aquela sensação de cansaço, sabe? Afinal, trabalho lembra escritório, grandes empresas, que lembram stress, caos e, até mesmo prisão. Sendo assim fui tomado por aquela claustrofobia e vontade de ser livre que acompanha todos aqueles com sede de viver e de liberdade. Talvez isso também tenha colaborado com a minha protelação, junto com o sol resplandecente e refrescante que me seguiu nos últimos dias, me dando vontade de simplesmente fugir e não ligar para mais nada.

Mas, enfim, do que falávamos mesmo? Ah, sim, a falta de assunto em postagens. Além das coisas que eu já citei ainda surgiram em minha cabeça coisas que não pretendo abandonar e nem usar agora, e uma delas é a música – origem, estilos, etc. – e eu, de fato, comecei a escrever sobre ela, mas o assunto se tornou tão complexo que cheguei à conclusão de que terei de aprofundar minhas pesquisas antes de retomar este assunto que, creio eu, ainda renderão muitas “matérias”.
E também não posso negar que cheguei a pensar em desistir do blog, e duas das coisas que mais me pressionaram a continuar foram duas dicar que vi certa vez numa matéria sobre “como ter um blog de sucesso”, no Scrap MTV:

-- “Divulgue seu blog

-- “Poste com a maior frequência possível ou, se possível, todo dia. Afinal, se seu leitor chegar e não ver nada em seu blog, ele vai voltar daqui uns dois dias... uma semana... um mês... nunca mais...

Pois é, mas espero que, desta vez vocês me desculpem pelo tempo que fiquei sem postar e entendam os porquês disto. E espero que vocês não tenham se cansado se mim... ainda ;D