Som & Fúria

30 de jun. de 2009

Se você vive nesse mundo, provavelmente já deve ter ouvido falar ou visto na TV que, dia 7, estreiará uma minissérie na Globo. Eu realmente já estava achando estranho, já que todo ano o canal bota alguma minissérie no ar no começo do ano e que, normalmente, faz sucesso. Porém, eu não tinha visto nenhuma até hoje – eu acho, me corrijam se eu estiver errado. Desta vez, a minissérie a ser exibida será Som e Fúria, dirigida por Fernando Meirelles.

E eu não vou mentir. Admito que eu já não agüentava mais aquelas minisséries do tipo Mad Maria, A Casa das Sete Mulheres, etc. Na verdade, Capitu me foi bem mais interessante do que as anteriores, e não vou mentir que me deu vontade de ler o livro correspondente à minissérie, Dom Casmurro, mas como eu aposto que não é o meu tipo de livro (por causa da história), preferi ficar com a lembrança apenas da versão televisiva, que foi realmente muito boa – aposto que quem foi capaz de entender a história ou o motivo dos efeitos antigos/meiotoscos também concordará comigo. Mas o quê que Capitu tem a ver com Som e Fúria? Não sei, mas eu sinto algo nelas em comum, embora eu não saiba dizer o quê, exatamente. Talvez o fato de uma ter sido inspirada em um livro brasileiro e a outra fale sobre teatro (explicarei mais abaixo) (?), ou então porque Shakespeare é uma figura “importante” em Som e Fúria (?)

Sim, eu assumo que tenho um vício pela literatura, mas apesar de tudo, assumam: as adaptações baseados em livros são F-O-D-A-S ! E, normalmente, geram um grande sucesso – e vou tentar não citar Harry Potter e Crepúsculo entre eles. Alguns dizem até que a música Elephant Gun, do Beirut, só fez sucesso depois de Capitu mesmo – e eu assumo que só conheci essa música ali mesmo, e também adorei.

Maas, voltando ao assunto, vou tentar me focar um pouco mais em Som e Fúria desta vez, antes que eu me perca num universo infinito sobre este assunto. Mas vou aproveitar a deixa e falar um tiquinho de nada sobre Shakespeare. Afinal, só por ele ser citado na série já é um sinal de que aí vem coisa boa – não sei o porquê, mas sempre simpatizo pelos personagens leitores e que, principalmente, gostem de alguma mesma pessoa que eu. Eu descobri isso no comercial, quando o personagem de Dan Stulbach diz, DO NADA, pra da Regina Casé: “Eu não gosto do Shakespeare”.

Afinal, sejamos francos, apesar de ele ser um gênio e eu adorar as histórias dele, há horas que realmente dá raiva em ler os livros dele, se for na versão original – ou seja, na versão escrita para teatro. Não sei se você que está lendo este post já leu algum livro do Shakespeare, por isso tentarei abreviar o que tenho a dizer. Em primeiro lugar, qualquer coisa escrita em versão teatral já é um porre pra ler – porque, porra, parece que a divisão de linhas foi feita por uma criança; pois as falas são divididas meio que em versos (sim, igual o jeito que você escreve no MSN u.u), só que ao contrário do MSN, muitas vezes eles pulam a linha em lugar aonde não dá para parar uma frase – afinal, sempre que pulam uma linha em alguma fala, lemos como se houvesse uma virgula ali, não é? Mas há momentos TÃO inconvenientes que... argh, sei lá, não sei como descrever de uma maneira que vocês entendam.

E em segundo lugar, já não basta o modo de escrita teatral, dramático e tal, mas há outra coisa que me incomoda e que foi citada por um garoto da minha sala na escola, há alguns dias, quando ele leu Romeu & Julieta pela primeira vez: “Cara, isso é irritante. Eles não conseguem falar sem ser em forma de poesia?”. Não sei não, mas eu acho que eu não sei apreciar a arte do teatro. Por isso prefiro não reparar muito no enredo dele, e sim na maquiagem, cenários e etc. incríveis!

Mas voltando ao assunto principal do post, vou explicar um pouco melhor a minissérie com base no que encontrei, o que significa que pode não ser oficial, mas pelo menos faz sentido.

No passado, Oliveira (Pedro Paulo Rangel), Elen (Andréa Beltrão) e Dante (Felipe Camargo) trabalhavam todos juntos numa companhia de teatro que encenava peças de Shakespeare. Em uma apresentação de Hamlet, em que Dante fazia o personagem principal, o mesmo sofre um colapso e foge. Após este episódio, a vida dos três dá uma bela de uma mudança.

“Hoje”, ou seja, sete anos depois, Oliveira dirige uma companhia de teatro bem-sucedida, e Elen trabalha junto com ele, atuando. Enquanto isso, Dante trabalha em uma outra companhia de teatro, porém falida. Por alguma razão, nenhum deles está satisfeito com o próprio trabalho (culpa de Shakespeare u.u /chutesemomínimovalor, by Vitu). E é então que eles se reencontram, e tudo o que sei é que, como era de se esperar, as vidas profissionais e pessoais deles começam a se misturar e a dar uma confusão dos infernos. Isso significa, obviamente, que provavelmente deve vir um humor bem sutil por aí :D

Em Som e Fúria há ainda uma parceria da Globo com a 02 Filmes, que, se vocês são tão ignorantes quanto eu, que só descobri o que era isso agora há pouco, eu explico: é a mesma produtora independente responsável por filmes como Cidade dos Homens. Mas isso já é no mundo real. Ah, e por falar nisso, esta minissérie será uma adaptação da série canadense Slings and Arrows (tinha que ser!) cujo, se eu descobrir alguma coisa sobre ela, postarei aqui mais tarde.

No elenco, além dos três protagonistas já citados, haverá ainda Dan Stulbach, Daniel Oliveira, Regina Casé, Genro Camilo, Rodrigo Santoro, Maria Flor, Chris Couto, Débora Falabella e Paulo Betti, Cecilia Homem de Melo, Antônio Fragoso, Ique Gomez e Nico Nicolaiewsky, Maria Helena Chiara, Liana Naomi e Juliano Cazarré.

Não sei quanto a vocês, mas eu sempre acho que o elenco é mil vezes menor antes de ver a lista de nomes inteira. Acho que isso é o que chamam de O Milagre da Multiplicação (?). Mas sejamos sinceros, apesar de você ser suuuper tiete de algum(a) ator(atriz) gringo, assumam: no elenco de Som e Fúria só há T-H-E B-E-S-T-S. Tudo bem, eu não costumo gostar muito de séries brasileiras, mas pelo menos não sou do tipo que julga os atores pelas séries que eles fazem, como muita gente por aí faz :*

Obviamente, Capitu foi uma exceção, e estou esperando que Som e Fúria também seja – na verdade, espero que a direção não decepcione. Mas, em todo caso, fikaadika ;D

Madrugada Pós-Dia dos Namorados

26 de jun. de 2009

Gente, desculpa a demora³ pra postar aqui no blog, e principalmente por pôr, agora, um post tão antigo, mas é que eu tow sem net e meus planos eram de postar isto beeem antes. Mais tarde explicarei direito essa história, mas por enquanto vocês terão de se contentar - e eu também - com o fato de eu ter que postar de vez em nunca :\

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Este é o terceiro ou quarto post que escrevo depois da meia-noite, sentado na minha cama, bem longe do pc. Por que será que só consigo me inspirar nessas horas? Bom, estou ouvindo CDs antigos na TV, no Coluna MTV – está aí uma coisa que eu adoro³ fazer de madrugada: ouvir música antiga e desconhecida, de preferência de rock. Há pouco tempo, acabara um programa chamado Portal MTV, de quinze minutos, composto por um bando de vídeos divertidos/estranhos/legais/bizarros/incríveis do site do canal. Acho que isso me inspira também.


E o mais bizarro disto tudo é que eu simplesmente adoro os programas matinais. Às vezes, chego até a acreditar que eles são os melhores do dia. Entretanto, se eles se passassem em qualquer outro horário (ás oito da noite, por exemplo), eu os acharia uma merda – talvez. Está aí mais uma prova da estratégia de marketing televisiva, cujo na qual caímos meio que acidentalmente – principalmente se estivermos tentando fugir dela.

Os programas que passam de madrugada ´parecem haver um tipo de droga, pois neles viajamos como em nenhum outro. As coisas vão simplesmente passando e a gente, absorvendo. Apenas informações e mais informações viajando na periferia de nossa mente. Às vezes aparece algo que julgamos importante/interessante e tentamos anotar mentalmente. Por alguma razão, parece que não conseguimos mais esquecer essa coisa, mas na manhã seguinte... o que eu tinha de lembrar mesmo?

Existe alguma coisa nas madrugadas que eu simplesmente não consigo explicar. Não sei que horas são neste exato momento em que você está lendo este post, por isso duvido que você vá entender isto de imediato. É como uma propaganda da Coca-Cola, você só consegue entender quando estiver indo dormir. Mas é, ao mesmo tempo, como um filme do Tim Burton – o tempo é sombrio e apaixonante ao mesmo tempo; meio simbológico até, e só conseguimos entender quando o filme acaba, que é quando adormecemos.

E por falar em sombrio e apaixonante, não sei se vocês sabem (dã), mas há algum tempo atrás fora o Dia dos Namorados. Ou, mais conhecido como o “Dia da Desgraça”, “Dia da Pobreza”, “Dia da Carência”, “Dia do Trânsito”, “Dia dos Encalhados”, “Dia do Motel”, entre vários outros títulos típicos.
“Dia da Desgraça”, porque ninguém se dá bem nesse dia: as garotas que estão namorando ficam na maior agonia o dia inteiro porque seus namorados não estão com elas neste exato momento, e estes porque tem que aturar as ligações delas de segundo em segundo enquanto fazem algo incrivelmente sem graça mas que, a esta altura, parece bem mais interessante do que passar o dia com suas namoradas que ficam a cada minuto mais parecidas com a Medusa; já os(as) solteiros(a) passam o dia inteiro se lamentando e reclamando por estarem sozinhos – até aí eu já expliquei também o “Dia da Carência” e o “Dia dos Encalhados”. O “Dia da Pobreza” é porque, obviamente, todos aqueles que estão namorando acabam com o próprio dinheiro gastando este com alguém que não é a si mesmo. O “Dia do Trânsito”é porque, também obviamente, as pessoas desta Sociedade Einstein em que vivemos decidem, todas juntas, viajar, e ficam, todas juntas, presas o resto do dia em alguma rua ou avenida u.u E o “Dia do Motel” não precisa nem explicar, né?

Mas ãh, enfim, não se deixem pessimizar (?) por minhas palavras de solteiro feliz, se você estiver namorando; e se não estiver, veja o lado bom das coisas você também :D Afinal, sabe aquele(a) seu(sua) amigo(a) que vive zoando essas músicas/coisas românticas, melosas e bregas? Então, repare bem no que ele(a) fez hoje. Na próxima vez que o(a) vir zoando isso, poderá zoar da cara dele(a) à beça :D

É um conselho medíocre, é verdade. Mas o que vocês esperavam depois de eu passar mais de uma hora escrevendo? Sim, este não foi um post muito bom, mas espero que sirva pelo menos para preencher o vazio que ficaria aqui no dia de hoje (no blog). Mas enfim, se não conseguir um conselho melhor, que tal maneirar na breguice? u.u

É uma boa maneira de começar a voltar a ser “normal”, e para isso, não se esqueça de desligar o rádio, a TV, e de ficar em casa até segunda-feira. Só assim você conseguirá se livrar do Marvin Gaye (da Parada Gay também) ;x

Tecnologia dos Anos 90 -- Como sobrevivemos?

9 de jun. de 2009

Sabe, eu realmente não sei como minha mente funciona de manhã, quando acabo de acordar. Às vezes sonho com algo cujo a única que eu consigo me lembrar é um pato de borracha, e quando levanto, minha mente já está viajando há séculos atrás (ou à frente) na História. O pior de tudo é que não consigo me lembrar de como cheguei àquele pensamento – e isso é uma merda. O caso desta manhã foram os anos 90. Eu realmente não sei o que eu estava pensando, mas me lembro que cheguei até a evolução da tecnologia. Ok, eu não sou muito velho para falar disso, mas não se esqueçam que eu também presenciei o fim daquela década e me lembro muito bem de como era ;)
Em primeiro lugar, eu aposto que muita gente não se lembra mais de como era isso, mas internet era raridade. Na verdade, computador era um trambolho branco e enorme que realmente pouca gente tinha. Orkut? Não existia (ok, todo mundo sabe disso). Eu mesmo só fui descobrir o que era lan house com uns oito ou nove anos, mas não sei se isso é por causa da evolução da tecnologia ou por causa da pobreza que é a região que eu moro. Mas o importante é que, hoje em dia, como diz minha mãe, “lan house virou mato”. Meu tio trabalha num banco, e a única pessoa que eu conhecia que tinha um computador com internet era ele – mas eu nunca gostei muito de pedir-lhe favor. Sendo assim, eu ia numa coisa que eu duvido que vocês saibam o que é e que se chama “Telecentro”, que é tipo uma lan house só que de graça e com mais computadores, mais antigos, com menos privacidade, e mais lentos.

Outra coisa típica daquela época é o Digital Audio Tape, mais conhecido como “aquela fita de tocar música”. QUEEM não tem uma dessas em casa? A gravação era horrivel, e o pior é que quando acabávamos de ouvir ainda tinha que rebobinar. Não tenho muitas lembranças dessa coisa, além do “chicabum” que minha mãe tinha, mas abafa essa parte. Essa fita te lembra de alguém? É um parente bem próximo, embora bem mais entrambolhado (?).

Sim, a fita de Video Cassete. Meu Deus, eu assisti horrores naquela coisa. Ela era enorme, preta, e também tinha que rebobinar quando acabava – que puta perda de tempo! Ainda bem que inventaram os CDs não muito tempo depois. Uma vez eu quebrei um daqueles aparelhos enormes e incômodos aonde rodavam as fitas cassetes colocando um boneco de gesso lá. E teve uma outra vez que meus pais me compraram uma fita dos Teletubies (detalhe: eu tinha menos de cinco anos e NEM gostava de Teletubies ._.) num camelô e chegando em casa era, na verdade, filme pornô. Para dizer a verdade, não sinto a menor saudade dessas duas fitas (a Digital Audio Tape e a de Video Cassete), já que a imagem da segunda era uma bosta também. Na verdade, estou muito bem com meu DVD riscado (?).
Havia pessoas que ouviam vinil ainda naquela época também, mas é tipo o CD hoje em dia. Os mais modernos ouviam fita (que frase estranha), assim como a música digital de hoje em dia, mas os mais apegados/antiquados tipo meus pais ainda ouviam vinil, assim como ainda ouvem CD hoje em dia. Maas, sendo que o vinil não é algo exatamente daquela época, já que era bem usado beeem antes, tanto que primeiro só se podia ouvi-lo na vitrola e, apenas mais tarde passou a ser incluído naqueles rádios enormes, acompanhados daquelas televisões mínimas que só funcionavam à base de bombril (embora um monte de TV hoje em dia ainda funcione assim, mas ok né...). Mas então, devido a estes motivos, pularei essa parte do vinil – na verdade eu só a inclui aqui por causa da lembrança disso também mesmo :B

Pertinho (?) do disco de vinil, há ainda uma coisa que eu DUVIDO que vocês ainda se lembrem: walkman. E não, eu não estou falando do novo celular da Sony Ericson, já que quando eu fui procurar imagens do walkman apareceu a do celular D: Estou falando do aparelho que inspirou o celular da Sony Ericson! Na verdade, todo mundo tinha um, mas hoje ninguém – ou pelo menos quase ninguém – se lembra que ele existia. Vou ser sincero, eu precisei de uma ajudinha para poder me lembrar da utilidade deste aparelho. Eu apenas me lembrava que tinha algo a ver com música, mas até aí o Blake Fielder-Civil também tem, não é? (Para quem não sabe, ele é o namorado/esposo/seiláqueporra da Amy Winehouse e não é músico ;D) Bom, tudo o que eu sabia era que dava para ouvir rádio nele, mas ouvi dizer que dava para ouvir a música que você quisesse, agora só não sei como, já que ele surgiu bem antes do download de música (?). Enfim, está aí mais uma coisa que caiu na mitologia da História. Mas existe um quê de graça nessa história do walkman: tecnicamente, ele era meio que um mp3 do passado – e você que ficava se exibindo por ser moderno e ter o mp666. Na verdade, é tudo a mesma porcaria, e você está tão moderno quanto ãh... sei lá, uma pessoa que vivenciou os anos 90 (?) [/desculpepelasinceridade .-.].

E um parente do walkman – na verdade, bem próximo, já que eles têm até o mesmo sobrenome! – é o Discman. Este é mais memorável, e aposto que todo mundo tem algum guardado escondido lá no fundo do guarda-roupa. Ele é o oposto do vinil, já que eu acho que surgiu no começo do século XXI, mas como não tenho muita certeza, decidi citar ele aqui mesmo assim. Afinal, eu sempre simpatizei com aquele mini-robozin simpático que tocava CD sem termos de incomodar nossos vizinhos e as pessoas ao nosso redor – dependendo da distância que a pessoa estivesse e do volume que você o estivesse ouvindo, né.

Bom, talvez eu tenha errado na data de algumas das coisas aí. E talvez algumas pessoas duvidem, mas eu era vivo sim na época destas coisas. Na verdade, usei demais³ elas. E assumam, até que dá uma certa saudade dessas coisas todas, e até mesmo uma certa vontade de voltar a usá-las, não é? Afinal, digam a verdade, todos esse robozinhos podem não ter tanta utilidade quanto seu celular, e haja todas as coisas acima no mesmo, mas pelo menos eles inspiram uma certa simpatia em nós. Mas enfim, para dizer a verdade, não sei como finalizar este post. Ou melhor, acabei de descobrir uma maneira: não ria e nem zombe de coisas antigas, já que um dia elas já foram muito úteis - além disso, a sua tecnologia de última geração de hoje em dia cujo da qual você tanto se gaba, vai acabar ficando antiga um dia também. E, nem adianta tentar dizer que você nunca usou nenhuma dessas coisas, tentando jogar na cara de alguém o quanto essa pessoa é brega e você moderno. Na verdade, isso só prova que você é mais brega ainda por ter perdido um bando de tecnologia naquela época ;D

Resumindo, respeite os mais velhos! (y)
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PS: se eu me esqueci de alguma coisa, digam que eu acrescento mais tarde ;D

669 -- Valeu a pena .

8 de jun. de 2009

Sábado, 6 de Junho de 2009. Como descrever um dia indescritível?

Desde antes de a chegada deste dia, eu já pensava em falar sobre ele aqui, mas tive que esperar, primeiro, o dia chegar, e depois, eu postar o “Vem Canadá nevar no Brasil ! O:” antes que passasse tempo demais para eu postá-lo – sem falar que, eu precisava de algum post depressa antes que vocês decidissem parar de ler o blog ;x

Mas o que teve de tão especial nesse dia? Bem, vocês entenderão se continuarem lendo, e tentarei ao máximo fazer com que compreendam-me/compreendam como é/foi.

Hoje em dia, creio que seja quase impossível que não haja uma única pessoa que esteja lendo isto aqui e não tenha pelo menos UM “Amigo da Net” (ou “Amigo On”, que é como eu os chamo), seja por fake (espero que hoje em dia todo o mundo já saiba o que é fake, já que na época que eu descobri o que era ninguém tinha ideia do que era isso) ou por profile normal. Eu tenho um monte, cujo a maioria eu conheço há dois anos ou mais – poucos sobraram, já que alguns (ignorantemente [/educaçãoàparte]) decidiram simplesmente “Cortar as amizades da internet” para “Viver a realidade”. Mas enfim, isso pouco tem a ver com o assunto do post de hoje.
O importante é que, seja se o(s) seu(s) amigo(s) On mora a apenas 10km de distância ou do outro lado do mundo, você sempre quis conhecê-lo(s), certo? Pois é, eu nunca tive coragem de deixar que os meus me conhecessem, mas como desta vez eu (achava que) sabia que a segurança não podia falhar, eu acabei cedendo u.u Quem foi a sortuda (ou azarada)? A Mari, uma garota que era melhor amiga até a quarta série das minhas melhores amigas Off (ou seja, amigas “normais”, que não são On) desde a quinta série, quando então ambas mudaram de escola, e as últimas foram para a que eu estudo atualmente (pois a antiga escola delas ia até a quarta série e a minha/nossa começa na quinta série). Essas minhas amigas (aliás, o nome delas é Babi e Mila) viviam dizendo que eu e a Mari éramos assustadoramente parecidos, e então, há duas semanas eu decidi procurá-la no Orkut e comecei a conversar com ela, e em pouco tempo ela se tornou uma de minhas melhores amigas (não vou entrar em detalhes) O:
Na escola da Mari ia ter uma Festa Junina, e ela chamou-nos (eu, Mila e Babi) para ir lá e eu e a Mila fomos, porque a Babi preferiu ir na festa da igreja u.u Vou tentar resumir o dia nos ápices deste para não cansar vocês, por isso vou apresentar de uma vez os “personagens principais”: nós três já citados, a Bia – uma amiga da Mari que eu conheci lá –, e o Pedro – um “amigo” da Mari que eu conheci lá também.

Mas agora vou começar a “história”. A Mila guiou meu pai de carro até a casa da Mari – que, por fora, parece aquelas casinhas de filme, sabe? *-*. Eu não tinha como saber, e não sei como sabia, mas só sei que sabia que quando chegássemos na casa dela, ela estaria tomando banho – e estava mesmo! A avó dela nos chamou para entrar, e enquanto eu observava os quadros tenebrosos da casa da Mari – tais como o da velha monge de olhar malicioso semelhante ao daquelas bruxas medievais e o do palhaço palhaço magricela com uma bola vermelha na mão e um sorriso maligno na cara (vou assumir que tenho trauma de quadros de palhaços desde a época em que havia um enorme e supostamente assombrado na minha casa) –, ficava a cada segundo mais ansioso/nervoso ante à perspectiva de conhecê-la: eu não sou exatamente como sou na net, mas e se ela também não fosse? Seria ela melhor ou pior? O que eu faria primeiro, já que eu nunca consigo iniciar uma conversa com um simples “Oi”? E se ela achasse o meu “eu real” chato? E se eu ficasse tímido demais o resto do dia?

Quando ela finalmente saiu do banho, apenas demo-nos um “Oi” e ela levou eu e a Mila ao quarto dela. Uma coisa que eu sempre soube é que dá para saber bastante sobre uma pessoa ao observar o quarto dela, e no caso da Mari, logo percebi que havia uma louca na minha frente. No quarto dela havia mais cartazes do que na minha escola, acompanhados de fotos, pôsteres e etc., e iam desde recortes juntos numa cartolina sobre assuntos completamente diferentes uns dos outros e pedidos de casamento ao Robert Pattinson e ao Laurent Taylor, até um desenho dos Jonas Brothers, uma bonequinha da Helga Pataki e relógios de todo o tipo, sem falar de um bando de coisas que eu não vejo motivo para incluir neste post.

Resumindo, ela humilhou meu quarto, cujo este, se alguém visse, chegaria à conclusão de que ou a pessoa que dorme ali é simples demais, ou é pobre e tem que dividir o quarto com a irmã mais velha. Obviamente, o meu caso é a segunda opção ._.

Quando a Mari ficou pronta – aliás, depois de horas³ depois eu fui reparar que estávamos vestidos quase iguais, sendo que um não viu o outro antes de se arrumar o.õ –, nós passamos na casa da Bia e fomos para a festa. Na verdade, eu nunca gostei de Festa Junina, mas esta realmente valeu a pena! Para ser franco, eu cheguei à essa conclusão assim que chegamos no Ursa Maior (a escola). Por que? Bem, lá de fora pudemos ver um boneco prateado que certamente não deveria estar ali, e, certamente, eu não fui o único a pensar que ele era um boneco, devido ao grito que a Mari e a Bia deram quando a estátua começou a se mexer e fazer um barulho mecânico bizarro. Depois de algumas horas, nos acostumamos com a estátua(/robô/homem/boneco)-humana e ela chegou até a dar jóia pra câmera! (y)

As horas seguintes passamos fazendo vaquinha para a pescaria, tiro ao alvo, comida, e etc. No final já havíamos conseguido uma bússola, duas Línguas-do-Bicho, duas latinhas de bala com gosto de refrigerante, um cubo mágico, um fazedor de bolhas e uma caixinha de tinta guache (não pergunte). Isso sem falar das balas em forma de flor que a Mari roubou enquanto todos se distraíam com a dança da 4ª série ;x

De jogos havia ainda a escalada e a tirolesa, cujo eu estava morrendo de vontade de ir em ambos, mas minha acrofobia não deixou.

Quando todos já havíamos cansado e enjoado de tudo, o Pedro e os amigos dele nos chamaram para ir na festa da escola deles, cujo na qual nós entramos de penetra (pois tinha que pagar) já que eles nos carimbaram com o carimbo da própria mão antes de a tinta secar. Demorou um tempo, mas entramos. Chegando lá, após os pulos e vivas de “Conseguimos! *o*”, olhamos uns para as caras dos outros, e então: “E agora, o que faremos? ‘-‘ “.
Por fim, decidimos tirar tirar uma foto no banheiro masculino (eu, Mari, Bia e Mila), e depois eu machuquei minha mão de propósito no bebedouro para imitar o carimbo da escola e sairmos de lá. No caminho de volta, paramos em frente ao carro de um completo desconhecido e tiramos mais foto. E então, voltamos para o Ursa.
Pouco tempo depois, houve a dança da 5ª a 8ª série, cujo na qual a maioria dos garotos iriam vestidos de garotas e vice-versa – foi bem estranho. Segundo a Mari, eu consegui fotografar todos os tropeços dela.

Logo em seguida, houve a dança dos alunos do Ensino Médio, que estavam todos fantasiados. No meio deles eu encontrei a Susan Boyle, o Mário Brothers, a tartaruga do Mário, Amy Winehouse, Kurt Cobain, etc.

E então, eu fui embora, com meu pai se estressando com a Mila que o guiava até a casa dela dizendo coisas do tipo: “Entra nessa próxima rua (daí ele entrava) ... era depois dessa ._.” e “Ah, é depois daquele portão ali”.

Mas apesar de eu ter tido que gastar todas as minhas economias naquele dia (que eu estava juntando para comprar o sétimo livro do Desventuras em Série ._.), e apesar de tudo³, de uma coisa eu tenho certeza: valeu a pena! ♥

Vem Canadá nevar no Brasil ! O:

7 de jun. de 2009

[Obs:] É o seguinte: eu escrevi este post entre ontem e anteontem (ou seja, entre 00h30 01h00 do dia 06/06/2009) em um caderno, bem longe do pc, e meus planos eram de postá-lo ainda ontem. Porém, por motivos que eu explicarei depois, não deu. Sendo assim, ignorem os anacronismos deste post e seja feliz! :D

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Pois é gente, descuuulpa mesmo por ter passado uma semana sem postar! Mas espero que a semana passada de posts diários tenham compensado esta, mas eu (acho que) tenho uma boa desculpa para isso. Não sei se você está lendo isso do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, França, da PQP ou Debaixo da Ponte, mas aqui em São Paulo esteve um frio desgraçado ultimamente! Na verdade, eu mal pude passar essa semana no pc, já que a sala daqui de casa é gelada demais, e eu e minha mãe estávamos quase armando um barraco porque ela não queria que meu resfriado aniversariante (um mês ._.) piorasse. O importante é que os poucos momentos que passei na frente do pc foram acompanhados de vários copos de Chá Matte, um cobertor, e minhas mãos que a cada segundos se petrificavam ainda mais.

Agora é Sexta-feira – ou melhor, Sábado – são meia-noite e meia, e o tempo deu uma melhorada hoje, embora meu nariz continue escorrendo. Estou sentado em minha cama, escrevendo este post que espero ser o mais justificativo possível. Na verdade, eu passei a semana inteira pensando em sobre o quê postar – e eu lamento não ter iniciado o mês do blog no dia 1, ao invés do dia 6, como estou fazendo – e minha auto-sugestão inicial era falar sobre o Dia do Orgulho Nerd (25/05), mas quando minha mão finalmente descongelou, já havia se passado muito tempo desde esse dia. Mas isso não importa, já que pretendo voltar a este tópico mais tarde também.

Não sei se já citei isso, mas já que o pc está sendo usado pela minha irmã lá do outro lado da casa e não tenho como verificar/pesquisar, me desculpem por (talvez) ter que repetir isso;assim que estreei o blog, prometi não fazer daqueles que são tipo um diário (nada contra, pelo amor de Deus), mas tem horas que é simplesmente impossível não fazer isso, então me desculpem se este post ficar um tanto pessoal demais.

E vejamos... acho que cheguei naquela parte analítica de sempre que há em todos os (ou pelo menos a maioria dos) posts. Bom, acho que realmente não há nada para se analisar aqui, já que não houve nenhuma novidade. Apenas que fiz meu twitter há algumas horas, mas duvido que isso realmente interesse alguém. Ainda não aprendi a fazer muitas coisas nele, mas estou achando-o meio solitário, já que (pelo que eu entendi) não dá para comentar nos posts de lá. Sendo assim, por enquanto a única diversão minha e de uma amiga minha tem sido a de caçar ídolos no twitter :\ /pobreéumamerdamermo.

Mas agora, fugindo “um pouco” do assunto, uma coisa que eu reparei ultimamente e que não costumo reparar desde que era pequeno é a neve – ou melhor, a falta dela. Um de meus maiores sonhos naquela época era que nevasse aqui no Brasil (ou melhor, aqui em São Paulo, já que em Santa Catarina neva às vezes) e, obviamente, tive minha infância destruída quando descobri que isso era praticamente impossível devido ao fato de morarmos num país tropical [/dramático]. Só fui me sentir um pouco melhor quando descobri que pelo mesmo motivo não há furacões (perceptíveis, lógico) e nem terremotos (ou pelo menos não havia naquela época, né?) aqui.
Contudo, se já estão violando até a Lei Anti-Terremoto (?), por que não nos dar um pouquinho de neve aqui para os paulistanos também? Fala sério, quem nunca quis fazer um Boneco de Neve, Anjo da Neve, Guerra de Bolas de Neve, Fortes, Iglus (?), etc.? Se bem que todos aqueles que têm o prazer de conhecer a neve acabam se ferrando, né... até Santa Catarina, que nunca fez mal a ninguém, foi por água abaixo (literalmente)! Na verdade, acho melhor ficarmos sem essa mesmo...



E eu não vou mentir que pelo menos UM sonho de infância (UM vírgula (,), há um monte, mas enfim... u.u) eu mantenho até hoje: o de fazer um curso profissionalizante de Inglês só para ir oara o Canadá ao término dele *-* Tudo bem, eu já estou sabendo que curso de Inglês é um porre, mas já que hoje em dia essa é a única maneira de ser alguém na vida, né...

Mas enfim, já estou há quase uma hora escrevendo, e a folha já até acabou, o que significa que este último parágrafo estou escrevendo num papel sujo e amassado que encontrei por aí porque sou econômico. Sendo assim, é melhor eu pular para o desfecho rotineiro de uma vez, e... ãh, vejamos... na falta de um conselho melhor, vem Canadá! :D