Apesar de eu já ter escrito dois posts desde a “restauração” do blog, eu prefiro contar esse como o 1º post da 2ª “geração” do It’s From Myself. Por quê? Simples: esse é o primeiro post do Neo-itm que não é clichê, sobre feriado, ou a contragosto. Ou seja, é bem mais a minha cara.
Se você acompanha o ITM desde “antigamente” (o Old-itm, como decidi chamá-lo), já deve estar sabendo e até mesmo acostumado com o fato de muitas vezes eu escrever o post numa folha de papel e publicá-lo apenas semanas e semanas depois. Esse post, por exemplo, foi escrito dia 25 de Dezembro – pois é, a inspiração não escolhe dia pra aparecer. Maaas, se você não é dessa “geração de leitores”, agora já está avisado.
Mas sobre o que falar no 1º post da 2ª geração de um blog (nossa, falando assim até parece que estamos em 2013 ou que eu sou um dos sobreviventes d’A Era do Gelo)? Coisas que ressucitaram? Vasos ruins? Novidades? Cinema? Música?
ISSO. Taí um assunto que não interessa apenas a mim, mas também ao mundo inteiro: música. Um assunto que é também uma puta d’uma cilada. Por quê? Simples: além de ser um universo incrivelmente complexo e estupidamente extenso, há também as imbecis controvérsias. Ou seja, se eu não gosto de uma banda que você gosta e falo mal dela aqui, das duas uma: ou você falará mal de mim/do ITM o resto da sua vida, ou os comentários deste post nunca mais conseguirão paz. Correto? ;)
E eu realmente amo³ pesquisar coisas sobre tópicos interessantes, para aumentar a cultura e o intelecto não apenas meus, mas de umas meia-dúzia de gente que vem ler isto aqui também. Afinal, muitas vezes é legal compartilhar interesses e informação, não é?
Mas não é isso o que eu vou fazer desta vez. Desta vez, eu falarei sobre a música do meu ponto de vista, a meu ver. Bem resumida e generalizadamente mesmo. So, let’s go.
Muita gente, por exemplo, diz que não gosta de música. Até hoje eu não entendo isso, afinal, ou essa gente é muito burra, ou muito preguiçosa e/ou desatenta para pesquisar um tipo de música que a interesse, ou não tem personalidade. Porra, existe música para todo tipo de gente – desde os metaleiros da Galeria do Rock até aquela prima da sua mãe que não vive sem um sertanejo.
Até meu cachorro gosta de música (sei disso porque ele gosta de ouvir Simple Plan comigo quando ponho pra tocar, e sai correndo quando eu estou ouvindo Lady Gaga)!
Enfim, acho que isso depende da visão da pessoa de o que é música. Para mim, por exemplo, tudo é música – desd’as palmas sem ritmo e as canções do pré até Nx Zero e a ganhadora de Grammys, Björk. Acho que isso ajuda a conservar minha paixão/vício. Mas, se for ver desta maneira, uma pessoa que não gosta de música costuma relacioná-la a... nada?
Eu relaciono música clássica a Tom & Jerry ou, dependendo do tipo, a Harry Potter – acho que isso explica por que eu só gosto de alguns tipos ASUHUHSAUHAS². Já o funk eu relaciono a favelados bêbados e suados de cabelo duro – deve ser porque é tudo o que eu sou obrigado a ver/ouvir quase todo fim de semana na garagem da minha casa. Conclusão: eu odeio funk.
Agora um tipo de música cujo sem a qual eu não vivo eu não vivo nem morto é rock. Poxa, existe algo melhor? Existe todo tipo de rock imaginável e os rockers de verdade são tão... alternativos e originais. Eu poderia fazer um post inteiro sobre a minha visão de rock (e pode acreditar que um dia eu ainda vou acabar fazendo!). só que algo curioso é que eu nunca entendi muito bem ao que exatamente eu o relaciono. Esquisitice, modernidade, liberdade, criatividade, originalidade, independência, cool, devaneios e arte são alguns exemplos. Desligamento e surrealismo também, talvez.
Mas sei lá, mesmo com a pontada de preconceito que existe ainda hoje contra o rock de verdade, eu não consigo funcionar direito sem ele. É meio que uma droga, sei lá.
Maaas, enfim, voltando ao assunto, música é uma coisa orgásmica – tente não ouvi-la por uma semana pra você ver. Não dá. A menos que você se tranque num quarto de hospício, perceberá que a música está em toda parte. Melhor assim.
E taí um bom exercício auto-terapêutico E de ajuda a prática do auto-conhecimento: tente descobrir ao que você relaciona cada música que você ouve e/ou porque gosta ou não dela. Ou seja, ouça bastante música E reflita! ;)
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